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	<title>biocombustíveis Archives - Jerônimo Goergen</title>
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	<title>biocombustíveis Archives - Jerônimo Goergen</title>
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		<title>Uso voluntário do biodiesel comprova que estamos no caminho certo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:39:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) de simplificar as regras para o uso voluntário de biodiesel em percentuais superiores à mistura obrigatória já começa </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão da <a href="https://www.gov.br/anp/pt-br/assuntos/qualidade-de-produtos/regras-para-usos-voluntarios-de-biodiesel" target="_blank" rel="noopener">Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)</a> de simplificar as regras para o uso voluntário de biodiesel em percentuais superiores à mistura obrigatória já começa a produzir resultados concretos. Em poucos dias, cresce o número de empresas que comunicaram à Agência a adoção de misturas maiores.</p>
<p>Esse movimento confirma algo que o setor vem afirmando há muito tempo: havia uma demanda reprimida. Muitos consumidores queriam utilizar mais biodiesel, mas encontravam barreiras regulatórias. Bastou criar um ambiente de maior liberdade e segurança para que o mercado respondesse.</p>
<p>Esse é um sinal claro de que estamos no caminho certo.</p>
<p>O biodiesel brasileiro conquistou credibilidade pela sua qualidade. Tanto que o país desenvolve atualmente o maior programa de testes de biodiesel do mundo, avaliando misturas como o B25 de forma criteriosa, com base em evidências técnicas e científicas. Nosso compromisso é ampliar o uso do biodiesel com responsabilidade, segurança e qualidade.</p>
<p>Os benefícios vão muito além do setor de biocombustíveis. Cada litro adicional de biodiesel significa um litro a menos de diesel fóssil consumido. Isso reduz a necessidade de importações, diminui a saída de divisas do país e fortalece nossa segurança energética. Em vez de movimentar a economia de outros países, investimos em uma cadeia produtiva brasileira, que gera empregos, renda, arrecadação e desenvolvimento regional.</p>
<p>O biodiesel também fortalece o agronegócio, estimula a indústria nacional, promove inclusão social por meio da agricultura familiar e contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa. É uma solução que une desenvolvimento econômico, responsabilidade ambiental e transição energética.</p>
<p>É natural que existam questionamentos. Mas eles precisam ser respondidos com fatos, ciência e resultados. E os resultados começam a aparecer. A crescente adesão ao uso voluntário demonstra a confiança do mercado no biodiesel e reforça que as políticas adotadas estão produzindo os efeitos esperados.</p>
<p>O Brasil reúne todas as condições para liderar a transição energética mundial. Temos capacidade produtiva, tecnologia, competência industrial e uma das agriculturas mais competitivas do planeta. O biodiesel é um dos pilares dessa estratégia.</p>
<p>Mais do que defender um combustível, defendemos um projeto de país: um Brasil menos dependente de importações, mais competitivo, ambientalmente responsável e capaz de gerar emprego, renda e oportunidades a partir de uma energia produzida aqui, pelos brasileiros.</p>
<p>Os primeiros resultados da nova regulamentação mostram que estamos no rumo certo. Agora, é fundamental que o debate sobre os biocombustíveis seja cada vez mais baseado em evidências e menos em preconceitos. Apoiar o biodiesel é apoiar a inovação, a segurança energética, o meio ambiente, o agronegócio, a indústria nacional e a geração de oportunidades para milhões de brasileiros.</p>
<p><strong>Por Jerônimo Goergen</strong><br />Presidente da APROBIO</p>
<hr>
<p><strong>Leia também:</strong> <a href="https://jeronimogoergen.com.br/noticias/agricultura/anp-regulamentacao-uso-voluntario-biodiesel/">ANP avança na regulamentação do uso voluntário de biodiesel e reforça segurança para expansão do mercado</a>.</p>
<p><em>Artigo publicado originalmente pelo Jornal A Plateia em 21 de julho de 2026.</em></p>
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		<title>Presidente Lula acompanha testes e reforça compromisso do governo com avanço do biodiesel no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:39:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Visita ao Instituto Mauá de Tecnologia marca o início de uma nova etapa para a ampliação da mistura de biodiesel e fortalece a implementação da Lei Combustível do Futuro.</strong></p>
<p><em>São </em></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Visita ao Instituto Mauá de Tecnologia marca o início de uma nova etapa para a ampliação da mistura de biodiesel e fortalece a implementação da Lei Combustível do Futuro.</strong></p>
<p><em>São Caetano do Sul (SP), 13 de julho de 2026</em> – A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), nesta segunda-feira (13), marcou o início de uma nova etapa para o programa brasileiro de biocombustíveis. Ao acompanhar os testes que avaliarão misturas mais elevadas de biodiesel ao diesel, Lula reforçou o compromisso do Governo Federal com a implementação da Lei Combustível do Futuro e destacou que o Brasil tem condições de liderar a transição energética mundial.</p>
<h2>Testes de longa duração para o avanço do biodiesel</h2>
<p>Durante a visita, o presidente afirmou que o Brasil pode mostrar ao mundo que é possível construir um futuro com menor dependência dos combustíveis fósseis e destacou que o início dos testes de 300 horas representa um marco para a evolução do biodiesel no país.</p>
<p>A nova etapa avaliará o desempenho dos motores com percentuais mais elevados de biodiesel e fornecerá a base técnica para as próximas decisões sobre a ampliação da mistura obrigatória, dos atuais 15% para percentuais entre 16% e 25%.</p>
<p>A agenda reuniu representantes do Governo Federal, do setor produtivo e da comunidade científica no laboratório responsável pelos estudos conduzidos no âmbito do Subcomitê de Avaliação da Viabilidade Técnica de Misturas de Altos Teores de Biocombustíveis em Combustíveis Fósseis, criado pelo Ministério de Minas e Energia. A APROBIO participa das discussões técnicas como colaboradora do projeto.</p>
<blockquote>
<p>“Vim aqui para ver os testes com porcentagens mais altas de biodiesel. Vamos provar que o que produzimos aqui tem qualidade, segurança e que pode fazer o Brasil depender muito menos de condições externas e liderar o mundo rumo a um novo cenário energético”, disse Lula.</p>
<p>“O nosso país tem todas as condições necessárias para ser protagonista na transição energética, e os estudos que estamos realizando aqui vão comprovar isso”, completou.</p>
</blockquote>
<h2>Biodiesel como prioridade da agenda energética</h2>
<p>Para o presidente da APROBIO, Jerônimo Goergen, a visita presidencial consolida o biodiesel como uma das prioridades da agenda energética brasileira.</p>
<blockquote>
<p>“Nosso compromisso com toda a cadeia produtiva e com os consumidores sempre foi garantir que cada avanço fosse respaldado por critérios técnicos. Essa etapa foi cumprida. Encerramos um ciclo importante e agora iniciamos uma nova fase de consolidação, com os testes de longa duração que darão ainda mais segurança para o avanço da mistura. A presença do presidente Lula também demonstra que o governo reconhece o biodiesel como uma de suas prioridades para fortalecer a segurança energética, impulsionar o desenvolvimento nacional e acelerar a transição para uma economia de baixo carbono.”</p>
</blockquote>
<h2>Bom momento para o biodiesel</h2>
<p>A visita ocorre em um momento em que o ambiente regulatório também avança. Na última semana, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou mudanças na regulamentação da ampliação do uso voluntário de biodiesel, adequando as normas à Lei Combustível do Futuro e ampliando a segurança jurídica para a expansão do mercado de combustíveis renováveis.</p>
<p>Na avaliação da APROBIO, a combinação entre a conclusão dos testes, o início das avaliações de 300 horas e o aperfeiçoamento do marco regulatório cria um cenário favorável para que o Brasil avance, de forma segura e baseada em evidências, na ampliação da participação do biodiesel em sua matriz energética, fortalecendo a indústria nacional, reduzindo a dependência do diesel importado e ampliando a contribuição do país para a descarbonização do transporte.</p>
<blockquote>
<p>“O setor produtivo e a cadeia do agronegócio estão prontos para avançar nesses objetivos e cumprir seu papel para o desenvolvimento da economia e para a transição energética”, concluiu Goergen.</p>
</blockquote>
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		<title>APROBIO apoia e participa do lançamento do 4º Congresso Cerealista Brasileiro para fortalecer biodiesel e o agro brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:33:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Apoio da APROBIO reforça a necessidade de integrar produção de grãos e de biocombustíveis tendo a sustentabilidade como estratégia para ampliar a competitividade do país</strong></p>
<p><strong>A ACEBRA (Associação das Empresas </strong></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apoio da APROBIO reforça a necessidade de integrar produção de grãos e de biocombustíveis tendo a sustentabilidade como estratégia para ampliar a competitividade do país</strong></p>
<p><strong>A ACEBRA (Associação das Empresas Cerealistas do Brasil) e a ACESC (Associação das Empresas Cerealistas de Santa Catarina), junto com a APROBIO (Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil), lançam oficialmente o evento no dia 9 de julho, quinta-feira, às 19h, na Casa Conceito CBA Empreendimentos, em Jurerê, Florianópolis (SC)</strong></p>
<p><strong>Na ocasião, também acontecerá a posse da nova diretoria da ACESC, especialmente, na figura de Matheus Bortoluzzi, que assumirá como novo presidente da entidade</strong></p>
<p>São Paulo, julho de 2026 – O agronegócio brasileiro vive um momento no qual o desafio é produzir com eficiência, agregar valor às cadeias produtivas e ampliar a competitividade do Brasil em um mercado global cada vez mais atento à segurança alimentar e à descarbonização da economia. Para a Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO), esse caminho passa, necessariamente, por uma integração cada vez maior entre o setor cerealista e a indústria de biodiesel.</p>
<p>É justamente essa visão que levou a entidade a apoiar o 4º Congresso Cerealista Brasileiro, promovido pela ACEBRA (Associação das Empresas Cerealistas do Brasil), que será realizado entre os dias 11 e 13 de novembro, no Costão do Santinho Resort, em Florianópolis (SC). Nesta quinta-feira (09/07), Jerônimo Goergen, Presidente da APROBIO, participa do evento lançamento do Congresso </p>
<p>A ACEBRA, a ACESC (Associação das Empresas Cerealistas de Santa Catarina) e a APROBIO realizam agenda oficial neste dia 9 de julho, quinta-feira, às 19h, na Casa Conceito CBA Empreendimentos, em Jurerê, Florianópolis (SC). O encontro marca um momento importante para a representação cerealista em Santa Catarina, reunindo lideranças institucionais, autoridades, empresas e convidados em torno de uma pauta de integração, relacionamento e fortalecimento do setor. Na oportunidade, também será realizada a posse do presidente da ACESC, Matheus Bortoluzzi.</p>
<p>Na avaliação do presidente da APROBIO, Jerônimo Goergen, o momento exige que setores historicamente conectados na prática também estejam cada vez mais próximos nas discussões estratégicas. &#8220;Quem olha para o agro de forma fragmentada está olhando para o passado. O futuro pertence às cadeias que trabalham de forma integrada. O biodiesel e o setor cerealista fazem parte da mesma história de desenvolvimento do Brasil. Quanto mais estivermos sentados à mesma mesa, maior será nossa capacidade de gerar riqueza, inovação e competitividade&#8221;.</p>
<h2>Biocombustíveis e Cerealistas</h2>
<p>A relação entre os dois segmentos é direta. A soja, principal matéria-prima utilizada na produção de biodiesel no país, também está entre as culturas mais importantes do setor cerealista. Ao mesmo tempo, a indústria de biocombustíveis gera coprodutos fundamentais para a alimentação animal, contribuindo para aumentar a eficiência econômica da cadeia produtora de alimentos e fortalecer diferentes segmentos do agronegócio.</p>
<p>&#8220;Nenhum elo do agro cresce sozinho. O produtor precisa do cerealista. O cerealista precisa da 0indústria. A indústria precisa de um ambiente de negócios moderno e previsível. Quando esses setores dialogam, surgem soluções que dificilmente seriam construídas de forma isolada. É por isso que apoiar este Congresso é uma decisão estratégica para a APROBIO&#8221;, comenta Jerônimo.</p>
<h2>Congresso Cerealista Brasileiro</h2>
<p>Nas últimas edições, o Congresso Cerealista Brasileiro consolidou-se como um espaço de construção coletiva, reunindo representantes de toda a cadeia para debater temas como inovação, logística, armazenagem, crédito, mercado, sustentabilidade e competitividade. A trajetória do evento demonstra um crescimento contínuo de representatividade e participação, tornando-o uma das principais agendas do calendário nacional do agronegócio. </p>
<p>Realizado entre os dias 11 e 13 de novembro, em Florianópolis (SC), o 4º Congresso Cerealista Brasileiro deverá reunir centenas de lideranças empresariais, especialistas e representantes do poder público em uma programação voltada ao fortalecimento institucional, ao compartilhamento de conhecimento e à construção de soluções para o futuro do setor cerealista brasileiro.</p>
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		<item>
		<title>ACEBRA e APROBIO comemoram avanço na MP 1.343/2026 que fortalece a segurança jurídica e a competitividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:06:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><em>Conversão de multas retroativas do piso mínimo do frete em advertências reduz insegurança jurídica e beneficia toda a economia brasileira</em></p>
<p>A Associação das Empresas Cerealistas do Brasil (ACEBRA) e a </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conversão de multas retroativas do piso mínimo do frete em advertências reduz insegurança jurídica e beneficia toda a economia brasileira</em></p>
<p>A Associação das Empresas Cerealistas do Brasil (ACEBRA) e a Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) comemoram a inclusão, no relatório da Medida Provisória nº 1.343/2026, do dispositivo que converte em advertências as multas aplicadas retroativamente por suposto descumprimento da política de piso mínimo do frete rodoviário.</p>
<p>A medida representa um importante avanço para a segurança jurídica e para o ambiente de negócios brasileiro ao corrigir uma distorção que gerou milhares de autuações em um período marcado por incertezas regulatórias e diferentes interpretações da legislação.</p>
<p>A construção da proposta foi resultado de uma atuação institucional coordenada pela ACEBRA e pela APROBIO, que lideraram as articulações técnicas e políticas em Brasília em defesa dos setores produtivos. As entidades destacam ainda a atuação decisiva do deputado federal Toninho Wandscheer, que acolheu a demanda e trabalhou junto ao relator da MP, deputado Zé Trovão, para garantir a inclusão do dispositivo no texto.</p>
<p>Segundo o presidente da ACEBRA e da APROBIO, Jerônimo Goergen, a medida reafirma princípios essenciais para o desenvolvimento econômico.</p>
<blockquote><p>&#8220;Segurança jurídica é condição indispensável para investir, produzir e gerar empregos. A conversão das multas retroativas em advertências corrige uma distorção regulatória e fortalece a confiança de quem empreende no Brasil.&#8221;</p></blockquote>
<p>Embora o impacto seja imediato para empresas que dependem do transporte rodoviário de cargas, especialmente dos setores cerealista e de biocombustíveis, os benefícios alcançam toda a economia. A redução dos passivos regulatórios diminui a litigiosidade, estimula investimentos, fortalece a logística nacional e aumenta a competitividade das cadeias produtivas.</p>
<p>Para as entidades, a medida preserva o objetivo da política do piso mínimo do frete, ao mesmo tempo em que impede a aplicação de penalidades desproporcionais decorrentes de um período de elevada insegurança regulatória.</p>
<blockquote><p>&#8220;A previsibilidade das regras beneficia produtores, transportadores, armazenadores, indústrias, distribuidores e consumidores. Quando há segurança jurídica, ganha toda a economia brasileira&#8221;, destaca Jerônimo Goergen.</p></blockquote>
<p>ACEBRA e APROBIO ressaltam que a aprovação do dispositivo demonstra a importância do diálogo entre o setor produtivo e o Congresso Nacional na construção de soluções equilibradas, capazes de conciliar interesse público, competitividade e desenvolvimento econômico.</p>
<p><strong>Assessoria de Comunicação</strong><br />
ACEBRA – Associação das Empresas Cerealistas do Brasil<br />
APROBIO – Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil</p>
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		<item>
		<title>Mais biodiesel brasileiro, menos diesel importado</title>
		<link>https://jeronimogoergen.com.br/noticias/mais-biodiesel-brasileiro-menos-diesel-importado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 01:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><em>Artigo publicado originalmente no portal <strong>Poder360</strong> em 23 de maio de 2026.</em></p>
<p><strong><em>O avanço para o B16 representa soberania energética, fortalecimento da indústria nacional e mais renda interna</em></strong></p>
<p>O Brasil </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigo publicado originalmente no portal <strong><a href="https://www.poder360.com.br/opiniao/mais-biodiesel-brasileiro-menos-diesel-importado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Poder360</a></strong> em 23 de maio de 2026.</em></p>
<p><strong><em>O avanço para o B16 representa soberania energética, fortalecimento da indústria nacional e mais renda interna</em></strong></p>
<p>O Brasil construiu, nas últimas décadas, uma das mais bem-sucedidas políticas de biocombustíveis do mundo. Transformamos competência agrícola, inovação industrial e visão estratégica em energia limpa, renovável e produzida dentro de casa. Agora, mais uma decisão importante se apresenta: avançar para o B16, que representa uma mistura de 16% de biodiesel ao diesel fóssil.</p>
<p>Pode parecer apenas um ponto percentual na mistura do biodiesel ao diesel. Mas, para um país com a dimensão do Brasil, esse 1% significa muito. Significa bilhões de reais movimentando a economia nacional, maior processamento industrial, fortalecimento da cadeia da soja e de outras matérias-primas, mais empregos, mais arrecadação e menos dependência externa.</p>
<p>Cada litro de biodiesel produzido aqui substitui parte do diesel fóssil importado. E isso vai muito além da questão energética. Trata-se de segurança nacional, previsibilidade econômica e proteção contra as instabilidades geopolíticas que afetam o mercado internacional de petróleo.</p>
<p>O Brasil não está começando essa caminhada. Temos tecnologia validada, motores preparados, capacidade industrial instalada, logística estruturada e uma cadeia produtiva madura. O setor está pronto. Ao ampliar a mistura para B16, estimulamos investimentos, damos previsibilidade para quem produz, fortalecemos cooperativas, agroindústrias, esmagadoras, usinas e milhares de produtores rurais que fazem parte dessa cadeia.</p>
<p>Além do impacto econômico, há um benefício ambiental inquestionável. Mais biodiesel significa menos emissão de gases de efeito estufa, menor pegada de carbono no transporte e mais protagonismo do Brasil na agenda global da transição energética.</p>
<p>É incoerente um país que lidera a produção mundial de alimentos, domina a tecnologia dos biocombustíveis e possui capacidade produtiva instalada continuar dependente de volumes expressivos de diesel importado.</p>
<p>O avanço para o B16 não é apenas uma meta técnica. É uma decisão estratégica. É escolher produzir energia com aquilo que o Brasil tem de melhor: sua capacidade produtiva, sua indústria e sua vocação para liderar a economia de baixo carbono.</p>
<p>Mais biodiesel brasileiro. Menos diesel importado. Mais competitividade, mais sustentabilidade e mais soberania para o Brasil.</p>
<hr />
<p><strong>Jerônimo Goergen</strong>, 50 anos, é advogado e foi Deputado estadual e federal pelo Rio Grande do Sul. No Congresso Nacional, criou e foi presidente da FPBio (Frente Parlamentar Mista do Biodiesel), atuando na defesa da previsibilidade regulatória, da qualidade do combustível e do papel estratégico dos biocombustíveis na matriz energética nacional. É presidente da Aprobio (Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil) e da Acebra (Associação das Empresas Cerealistas do Brasil).</p>
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		<title>Associações lançam Conferência AliançaBiodiesel Global durante Brazil Week nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 17:24:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nova York, maio de 2026 – A Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) lançam oficialmente durante a Brazil Summit, evento do Financial Times realizado em Nova York, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (13/05), a primeira conferência AliançaBiodiesel Global, que acontecerá em dezembro, em São Paulo.</p>
<p>Na mesma oportunidade, foram assinados dois convênios de cooperação com o Invest RS, Agência de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul, criada para promover o desenvolvimento econômico do estado através da atração de investimentos e promoção comercial. Um dos convênios é a criação de uma plataforma financeira para os cerealistas, com participação da Associação das Empresas Cerealistas do Brasil (ACEBRA), e outro para prospecção de negócios envolvendo a AliançaBiodiesel no Brasil.</p>
<p>“O evento AliançaBiodiesel Global nasce com um propósito claro: abrir novos mercados para o biodiesel, em diferentes países, e posicionar o Brasil como protagonista global na agenda da transição energética”, disse Jerônimo Goergen, Presidente da APROBIO. “O objetivo é conectar produtores, indústrias, compradores, investidores, governos e lideranças empresariais de diversas partes do mundo, criando uma plataforma permanente de diálogo, cooperação institucional e geração de negócios.”</p>
<p>“Esperamos, com a conferência AliançaBiodiesel Global, fazer algo ainda nunca feito nos biocombustíveis brasileiros: sua internacionalização”, destacou André Nassar, Presidente-executivo da ABIOVE.</p>
<p>O presidente da Invest RS, Rafael Prikladnicki, enfatizou que o objetivo é criar uma ponte sólida entre a agência e as empresas do setor, reforçando a liderança do estado em transição energética e produção de biodiesel. “Com muito orgulho que a Invest RS e a APROBIO assinam este acordo para que possamos nos aproximar ainda mais das empresas e potencializar o que temos feito desde o início: promover o biodiesel. O Rio Grande do Sul é líder na produção de biodiesel no Brasil e temos muitas oportunidades para avançar juntos a partir desta união.”</p>
<h3>Experiência brasileira</h3>
<p>O Brasil construiu uma das experiências mais bem-sucedidas do mundo em biodiesel, integrando agronegócio, inovação, sustentabilidade e segurança energética. “Vamos levar a experiência brasileira em biodiesel para além das nossas fronteiras, ampliando oportunidades comerciais, fortalecendo parcerias internacionais e contribuindo para que mais países conheçam e adotem modelos sustentáveis de produção e uso de biocombustíveis”, explicou Goergen.</p>
<p>As associadas da APROBIO e da ABIOVE lançaram em fevereiro deste ano a AliançaBiodiesel, que estabelece uma atuação coordenada entre as duas entidades, somando esforços e alinhando estratégias para fortalecer o biodiesel no Brasil e ampliar sua presença no mercado internacional.</p>
<h3>Apex Partners</h3>
<p>Durante agenda internacional realizada na segunda-feira (11/05), no Harvard Club of New York City, em Manhattan, dentro da programação da Brazilian Week, a AliançaBiodiesel Global recebeu oficialmente o apoio institucional da Apex Partners, empresa privada fundada em 2013, com sede em Vitória (ES), que tem como ambição ser o principal banco de investimentos regional do Brasil, o que fortalece a estratégia de posicionamento e articulação internacional da entidade.</p>
<p>“O apoio da Apex Partners fortalece ainda mais a dimensão internacional da AliançaBiodiesel Global e amplia nossa capacidade de conectar o Brasil aos principais centros globais de investimento e decisão”, destacou Goergen.</p>
<h3>Serviço</h3>
<h4>Financial Times Brazil Summit</h4>
<p>O Financial Times Brazil Summit reúne no dia 13 de maio altos funcionários, líderes empresariais e investidores globais para examinar as perspectivas econômicas do Brasil e as oportunidades que moldam a próxima fase de crescimento do país. A Cúpula oferece um fórum único para entender como o capital global está sendo reposicionado e o que as escolhas políticas e as vantagens estruturais do Brasil significam para o investimento, a competitividade e o crescimento. No tema da transformação industrial e crescimento verde, o evento destaca como o Brasil pode acelerar a inovação, a manufatura moderna e o desenvolvimento industrial de baixo carbono.</p>
<h4>Contato para imprensa APROBIO</h4>
<p>Eduardo Ritschel – eduardo.ritschel@analitica.inf.br – Cel. 55 11 99688-0850<br />
Marcelo Iglesias – marcelo.iglesias@analitica.inf.br – Cel. 55 11 99102-0299</p>
<h4>Contato para imprensa ABIOVE</h4>
<p>Renata Duffles – abiove@fsb.com.br – Cel. 55 11 98706-9334</p>
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		<title>A AliançaBiodiesel manifesta preocupação com os termos em discussão para a implementação do PROCONVE MAR-II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 01:49:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[PROCONVE MAR-II]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei do Combustível do Futuro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A AliançaBiodiesel manifesta preocupação com os termos em discussão para a implementação do PROCONVE MAR-II, novo padrão de emissões para máquinas agrícolas e rodoviárias do programa brasileiro, que o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima conduz junto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.</p>
<p>A proposta concentra-se exclusivamente na redução de poluentes locais, que seguramente, têm impacto bem reduzido onde o maquinário agrícola e de fora-de-estrada atua predominantemente, quando o grande desafio do planeta está na mudança climática. Com isso, ignora o protagonismo do Brasil em biocombustíveis.</p>
<p>Defendemos que o novo marco siga a tendência global de descarbonização que é questão de maior urgência do que a qualidade do ar no campo, objeto da proposta do MAR II. Com isso, reconhece-se o biodiesel e o etanol como alternativas tecnicamente superiores aos combustíveis fósseis no que diz respeito aos desafios do clima, sem os inconvenientes de aumentos de custos e sem contrapartida clara para os produtores e usuários de máquinas fora-de-estrada.</p>
<p>Ao forçar toda a indústria para a adequação de seu parque ciclo diesel, o MAR-II, como está, desvia os investimentos das empresas da descarbonização, para a amenização de problema “inexistente”, que é a qualidade do ar em locais com baixíssima concentração humana, contradizendo a própria Lei do Combustível do Futuro.</p>
<p>Além disso, o MAR-II apresenta fragilidades que comprometem sua efetividade. O Brasil não dispõe de fiscalização pós-venda para máquinas agrícolas. Sem controle no campo, cria-se o risco de uma indústria informal de customização e o esforço regulatório se perde.</p>
<p>O impacto econômico é direto e abrangente. O preço das máquinas sobe entre 15% e 25%, ultrapassando esse patamar nos equipamentos menores usados pela agricultura familiar. O custo operacional cresce entre 9% e 20% pelo uso obrigatório de S10 e ARLA-32. Empresas nacionais sem fabricação própria de motores enfrentarão custos adicionais frente às multinacionais, com risco de concentração de mercado. Esse encarecimento se transfere ao custo dos alimentos, das obras e dos serviços, e a sociedade paga a conta sem contrapartida clara.</p>
<p>O Brasil tem uma solução melhor.</p>
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		<title>APROBIO participa do principal evento nacional dos produtores de sementes de soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 20:13:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[ENSSOJA]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Jerônimo Goergen, Presidente da APROBIO, é palestrante da 4ª edição do ENSSOJA, Encontro Nacional dos Produtores de Sementes de Soja, considerado o principal evento do segmento no país e que acontece nos dias 6 e 7 de maio, em Foz do Iguaçu (PR). No dia 7 de maio, às 16h30, ele realiza a apresentação “Biocombustíveis de Fontes Renováveis”.</p>
<p>O evento reúne os principais multiplicadores de sementes, além de lideranças e empresas que atuam em toda a cadeia. A edição de 2026 contará com uma programação relevante, que inclui temas como cenários macroeconômicos e geopolíticos, perspectivas de mercado para as safras 2026/2027, inovação tecnológica, sustentabilidade e os desafios institucionais e regionais enfrentados pelo setor.</p>
<p>Confira programação:<a href="https://www.abrass.org.br/enssoja2026/">www.abrass.org.br/enssoja2026/</a></p>
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		<title>E por que não o biodiesel?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 13:43:38 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A crítica feita por economistas ao uso de receitas do petróleo para financiar a desoneração de combustíveis é correta — e revela um problema mais profundo. O Brasil insiste em tratar um desafio estrutural com medidas paliativas. Em vez de reduzir a dependência do petróleo, opta por administrar seus efeitos, ainda que de forma fiscalmente arriscada e temporária.</p>
<p>Mas essa discussão precisa avançar.</p>
<p>Se há um consenso de que subsidiar combustíveis fósseis com recursos voláteis não é o melhor caminho, então é preciso perguntar: qual é a alternativa?</p>
<p>O Brasil já tem essa resposta. E ela não é teórica, nem distante. Ela está em operação, todos os dias, em todo o território nacional: o biodiesel.</p>
<p>Hoje, o diesel consumido no país já contém cerca de 15% de biodiesel. Isso representa menos importação, maior segurança energética e mais estabilidade frente às oscilações do mercado internacional. É uma política que atua na origem do problema — e não apenas nos seus efeitos.</p>
<p>Ao contrário da desoneração baseada no petróleo, que consome recursos públicos e não deixa legado, o biodiesel gera desenvolvimento interno. Movimenta a cadeia do agronegócio, fortalece a indústria nacional, cria empregos e mantém renda circulando dentro do país.</p>
<p>Além disso, é uma solução que combina eficiência econômica com responsabilidade ambiental. Reduz emissões, melhora a qualidade do combustível e posiciona o Brasil de forma estratégica na transição energética global.</p>
<p>O ponto central é simples: o país já tem uma alternativa concreta, escalável e competitiva. O que falta não é tecnologia, nem capacidade produtiva. Falta decisão política e coerência na condução da política energética.</p>
<p>Se os economistas estão certos ao criticar o uso de receitas do petróleo para sustentar combustíveis fósseis — e estão — então é hora de dar o passo seguinte.</p>
<p>Não basta reconhecer o erro. É preciso corrigir o rumo.</p>
<p>O Brasil já mostrou, com o etanol, que sabe transformar uma escolha energética em política de Estado. O biodiesel é o próximo capítulo dessa história.</p>
<p>A pergunta, portanto, não é mais sobre viabilidade.</p>
<p>É sobre escolha.</p>
<p>E diante de tudo isso, ela se impõe de forma direta:</p>
<p><strong>E por que não o biodiesel?</strong></p>
<p><strong>Jerônimo Goergen</strong><br />
Presidente da APROBIO</p>
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		<title>Diesel mais barato começa no campo brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 13:27:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A recente aposta do governo no aumento da mistura de etanol à gasolina, com o objetivo de reduzir preços ao consumidor, é um reconhecimento importante de uma verdade simples: o </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A recente aposta do governo no aumento da mistura de etanol à gasolina, com o objetivo de reduzir preços ao consumidor, é um reconhecimento importante de uma verdade simples: o Brasil tem, dentro de casa, alternativas reais para diminuir a dependência de combustíveis fósseis e aliviar o bolso da população. Mas essa lógica não pode ser seletiva. Se o etanol ajuda — e ajuda muito —, o biodiesel pode cumprir exatamente o mesmo papel no diesel, que hoje pesa ainda mais na inflação e na logística do país.</p>
<p>Hoje, cada litro de diesel consumido no Brasil já contém 15% de biodiesel. Ou seja, uma parte relevante da solução já está dentro do tanque. O caminho está aberto — o que falta é avançar.</p>
<p>Ao ampliar essa mistura, o Brasil reduz imediatamente a necessidade de importar diesel, diminui a exposição às oscilações internacionais — agravadas por guerras e instabilidades geopoíticas — e fortalece uma cadeia produtiva que gera emprego, renda e valor agregado dentro do país. Diferentemente do combustível fóssil, cujo preço é definido lá fora, o biodiesel é produzido aqui, a partir da nossa agricultura, movimentando uma economia que vai do campo à indústria.</p>
<p>Hoje, o país concede benefícios ao diesel fóssil importado, inclusive com redução de tributos e subsídios, enquanto o biodiesel, que já compõe o mesmo litro vendido ao consumidor, não recebe tratamento equivalente. Essa assimetria prejudica o desenvolvimento do setor e enfraquece uma solução que está pronta.</p>
<p>O Brasil já mostrou, com o etanol, que é possível liderar uma transição energética inteligente, baseada em vantagens competitivas reais. O biodiesel é o passo seguinte dessa trajetória. Temos capacidade instalada, temos matéria-prima, temos tecnologia e temos um setor preparado para crescer.</p>
<p>O que falta é decisão. Tratar o biodiesel com a mesma prioridade estratégica que o etanol significa reduzir custos, gerar empregos, fortalecer o agro e aumentar a segurança energética do país.</p>
<p>Não se trata de escolher entre etanol ou biodiesel. Trata-se de usar os dois, com inteligência, para fazer do Brasil uma potência energética baseada em produção própria e sustentável.</p>
<p><strong>Jerônimo Goergen</strong><br />
Presidente da APROBIO</p>
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