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	<title>redator, Author at Jerônimo Goergen</title>
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	<description>Construindo Hoje o Rio Grande de Amanhã</description>
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	<title>redator, Author at Jerônimo Goergen</title>
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		<title>Coletiva de imprensa &#8211; Deputados detalham emenda que cria nova Previdência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2017 15:51:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>          Os deputados Jerônimo Goergen (PP-RS) e Daniel Coelho (PSDB-PE) concedem coletiva de imprensa nesta quarta-feira (15), a partir das 15h, no Salão Verde da Câmara </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://jeronimogoergen1.hospedagemdesites.ws/images/deputados_detalham_emenda_prev.jpg" alt="deputados detalham emenda prev" width="400" />          Os deputados Jerônimo Goergen (PP-RS) e Daniel Coelho (PSDB-PE) concedem coletiva de imprensa nesta quarta-feira (15), a partir das 15h, no Salão Verde da Câmara dos Deputados. Os parlamentares estarão acompanhados do professor da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (USP), Hélio Zylberstajn, para detalhar a proposta que cria um novo formato previdenciário para os brasileiros que vão ingressar no mercado de trabalho.</p>
<p>A proposta foi protocolada na última sexta-feira (10), na Comissão Especial da Reforma da Previdência, e recebeu o apoio de 211 deputados. A emenda aditiva foi inspirada em estudos conduzidos por pesquisadores da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e Universidade de São Paulo (USP), tendo recebido o apoio oficial do Movimento Brasil Livre (MBL), que se integrou ao trabalho de convencimento junto aos parlamentares.</p>
<p>O texto da emenda cria novos formatos de benefícios e ganhos para os contribuintes, permitindo ainda a criação de um plano de aposentadoria complementar. As mudanças não impactam as pessoas que já ingressaram no sistema de contribuição, muito menos os aposentados. Apenas os nascidos a partir do ano 2000 passariam a integrar o novo formato.</p>
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		<title>Ministro garante maior agilidade nas obras da BR-116</title>
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		<dc:creator><![CDATA[redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2017 15:50:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>         O ministro dos Transportes, Porto e Aviação Civil, Maurício Quintella Lessa, recebeu nesta terça-feira (14), a bancada gaúcha no Congresso Nacional. Os parlamentares apresentaram uma extensa </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="itemIntroText">
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://jeronimogoergen1.hospedagemdesites.ws/images/NOVAS/br116.jpg" alt="br116" width="400" height="225" />         O ministro dos Transportes, Porto e Aviação Civil, Maurício Quintella Lessa, recebeu nesta terça-feira (14), a bancada gaúcha no Congresso Nacional. Os parlamentares apresentaram uma extensa pauta de reinvindicações envolvendo obras rodoviárias no Rio Grande do Sul. O primeiro item abordado foi com relação ao cronograma de execução da BR-116. De acordo com o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), o ritmo do projeto segue lentamente por conta da execução provisória do orçamento federal, que vinha trabalhando com a liberação de 1/12 avos. “Neste particular, o ministro nos confirmou que, já a partir de abril, a execução entrará no ritmo normal”, destacou.</p>
</div>
<div class="itemFullText">
<p>&nbsp;</p>
<p>Com relação aos lotes 1 e 2, que correspondem aos trechos Guaíba-Barra do Ribeiro-Sentinela do Sul, o ministro dos Transportes relatou que existem condições da obra ser concluída com os recursos disponíveis. “Se houver o pareamentos das empresas, ou seja, se elas sincronizarem as respectivas execuções, haveria a possibilidade até de receber um recurso adicional do que os R$ 60 milhões iniciais, mas dificilmente chegaremos aos R$ 140 milhões que pedimos”, informou Jerônimo. O parlamentar destaca que a bancada gaúcha deve destinar em 2017 uma emenda para a BR-116. Quanto à conclusão do entorno de Pelotas, o ministro afirmou que tem recursos disponíveis.</p>
<p>Com relação à BR-386, o ministro Maurício Quintella Lessa ficou de agendar nova reunião com a bancada gaúcha após a conclusão das rodadas de audiências públicas. “O ministro disse que não quer fazer nada com pressa. Sabemos que o modelo melhorou desde o início do debate, mas o pedágio ainda é caro e vai retirar competividade da nossa principal rodovia. Esperamos evoluir nesse debate e chegar em valores adequados para a nossa realidade”, acrescentou Jerônimo.</p>
<p>Os parlamentares gaúchos também aproveitaram o encontro para falar sobre a construção das pontes internacionais ligando Brasil e Argentina. Há um estudo de viabilidade ainda de 2015 que apontou um alto custo para a conclusão do empreendimento. Todas as três alternativas de ligação são consideradas muito caras e não têm prioridade dentro do Ministério dos Transportes. “Para mudar esse quadro, vamos provocar uma nova reunião entre representantes dos dois países, saber se a Argentina tem interesse. Do jeito como está, o projeto só sai se tiver dinheiro disponível no orçamento federal. Do contrário, teremos muita dificuldade em avançar numa concessão, haja vista o baixo retorno econômico do projeto”, finalizou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>– Foto: Divulgação / Dnit (Arquivo)</p>
</div>
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			</item>
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		<title>Saiu na Imprensa &#8211; Zero Hora 15/03/17 &#8211; Anistia ao caixa 2 mobiliza Brasília</title>
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		<dc:creator><![CDATA[redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2017 15:49:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Combate à Corrupção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>          Sob o impacto da entrega ontem de 320 pedidos que fazem parte da nova lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="itemIntroText">
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://jeronimogoergen1.hospedagemdesites.ws/images/NOVAS/Captura_de_Tela_2017-03-15_as_09.34.56.png" alt="Captura de Tela 2017-03-15 as 09.34.56" width="400" height="541" />          Sob o impacto da entrega ontem de 320 pedidos que fazem parte da nova lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Michel Temer conduz hoje no Planalto uma reunião que já vem sendo chamada de “salvação nacional”.</p>
<p>Ao receber os presidentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, do Senado, Eunício Oliveira (PMDB- CE) e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Temer busca uma alternativa ao financiamento de campanhas eleitorais e uma forma de evitar a criminalização das doações privadas, sejam via caixa 1, com registro oficial, ou caixa 2, sem constar na prestação de contas das campanhas.</p>
<p>A discussão ganhou novo fôlego em Brasília desde que o STF tornou réu o senador Valdir Raupp (PMDB-RO), há uma semana. Conforme os ministros da 2ª Turma, há provas para julgar Raupp por recebimento de propina por meio de uma doação legal, declarada à Justiça Eleitoral.</p>
</div>
<div class="itemFullText">
<p>– Depois de Raupp, o STF criminalizou todas as campanhas – critica o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), presidente da comissão da reforma política.</p>
<p>O entendimento gerou pânico disseminado no Congresso e acelerou os conchavos em torno da votação de anistia generalizada aos políticos que confessarem o uso de caixa 2 em eleições. Com o aval do Planalto, a manobra tem fiadores no PT, PSDB, PMDB e PP, principais legendas do país. Para angariar apoio de pequenos partidos, acena-se com o engavetamento da cláusula de barreira, mecanismo que ameaça a existência das siglas de menor porte.</p>
<p>– A questão da anistia está escancarada, não é mais segredo. Não apoio, mas sei que, tendo a garantia do mínimo de votos, governo e oposição vão tentar votar – afirma o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS).</p>
<p>Para aprovar o texto com rapidez e sem o desgaste de ampla discussão na comissão da Reforma Política, a ideia é incluir uma emenda em algum projeto que já esteja em tramitação no Congresso. Até agora, a proposta de mudança na lei dos partidos políticos, que está sob regime de urgência na Câmara, é favorita para incubar a emenda.</p>
<p>Os parlamentares preparam um texto semelhante ao aprovado no projeto da repatriação, no qual ficavam anistiados os crimes de sonegação de impostos e evasão fiscal em troca do pagamento de tributos e multas sobre o dinheiro regularizado. Dessa forma, quem admitisse um eventual uso de caixa 2 não poderá mais ser investigado pelo delito, a não ser que haja outros indícios de crimes correlatos.</p>
<p>Até mesmo quem não advoga abertamente pela anistia tem buscado formas de diferenciar o caixa 2 de casos de corrupção. Nos últimos dias, esta tese ganhou a adesão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e de Gilmar Mendes. Todos afirmaram que é preciso diferenciar o que seria um mero ilícito contábil de crimes mais graves, como lavagem de dinheiro e pagamento de propina, como entendem os procuradores da Lava-Jato.</p>
<p><em><strong>JURISTA ALERTA PARA VEDAÇÃO A AUTOANISTIA</strong></em></p>
<p>A questão irá levantar controvérsia jurídica. Juristas consagrados, entre eles o ex-ministro do STF Carlos Ayres Brito, têm afirmado que a Constituição veda autoanistia, o que ficaria configurado caso o Congresso aprove lei beneficiando seus próprios integrantes. Ex-relator do pacote de 10 medidas contra a corrupção na Câmara – que acabaria desfigurado em plenário e voltaria a tramitar do zero por determinação do Supremo –, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) tem opinião semelhante ao jurista:</p>
<p>– Uma anistia é inócua porque não será possível anular o efeito da lei de lavagem de dinheiro. O Supremo não vai aceitar isso.</p>
<p>A despeito dos embates em torno da eventual ilegalidade da proposta, não há no Congresso movimentos com força suficiente para barrar a iniciativa. Após aprovado pela Câmara e pelo Senado, o texto seguirá para sanção de Temer. Em novembro do ano passado, quando o assunto também ganhou força no Congresso, o presidente convocou uma entrevista coletiva às pressas e em pleno domingo para dizer que vetaria qualquer tentativa de perdão ao caixa 2. Sua posição agora ainda é uma incógnita.</p>
<p><a href="mailto:fabio.schaffner@zerohora.com.br">fabio.schaffner@zerohora.com.br</a> <a href="mailto:guilherme.mazui@gruporbs.com.br">guilherme.mazui@gruporbs.com.br</a></p>
<p>FÁBIO SCHAFFNER GUILHERME MAZUI RBS BRASÍLIA</p>
<div align="center">
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>AS DIFERENÇAS</td>
</tr>
<tr>
<td>Caixa 1</td>
</tr>
<tr>
<td>Irrigado com recursos doados oficialmente, com declaração de origem à Justiça Eleitoral</td>
</tr>
<tr>
<td>Caixa 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Irrigado com recursos doados clandestinamente, sem declaração de origem à Justiça Eleitoral</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div align="center">
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>AS INTERPRETAÇÕES</td>
</tr>
<tr>
<td>Na Lava-Jato Os procuradores sustentam que tanto doações via caixa 1 quanto as que ingressaram em caixa 2 podem representar corrupção. Na maioria dos casos, o caixa 2 tem sido caracterizado nas denúncias apresentadas à Justiça pelo Ministério Público Federal como lavagem de dinheiro obtido em crimes conexos, como fraudes em licitações, superfaturamento de obras e enriquecimento ilícito, entre outros.</td>
</tr>
<tr>
<td>No Supremo No julgamento do mensalão, os ministros rejeitaram a tese de que a maior parte dos recursos movimentados se tratava de caixa 2 eleitoral, e decidiram pela configuração de lavagem de dinheiro fruto de corrupção. Agora, nas provas coletadas na Lava-Jato contra o senador Valdir Raupp (PMDB-RO), a Corte entendeu que mesmo recursos declarados no caixa 1 podem configurar pagamento de propina. Dessa forma, Raupp responde ação penal por corrupção e lavagem de dinheiro.</td>
</tr>
<tr>
<td>No Congresso Assustados com a investida da Lava-Jato, os parlamentares discutem anistia a quem admitir ter feito caixa 2 em campanhas eleitorais. Para deputados e senadores, caixa 2 é mera irregularidade, pela qual os recursos manipulados nessa contabilidade paralela apenas não foram declarados à Justiça Eleitoral. Dessa forma, querem evitar penalizações criminais e, sobretudo, ter de confessar a origem do dinheiro, muitas vezes obtido de forma ilícita.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Mudança no método de cálculo da TJLP deve encarecer os investimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2017 15:47:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMaq), deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), demonstrou preocupação nesta quinta-feira (16), com a disposição da equipe econômica do governo federal </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="itemIntroText">
<p>O presidente da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMaq), deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), demonstrou preocupação nesta quinta-feira (16), com a disposição da equipe econômica do governo federal em promover alterações na Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). Na avaliação de Jerônimo, qualquer movimento político neste sentido pode acabar produzindo mais prejuízos para a indústria nacional. “O setor está buscando se recuperar de um longo período de queda nas vendas e na atividade industrial. Encarecer o financiamento pode acabar inviabilizando o crédito e, consequentemente, a retomada dos investimentos, da produção e do emprego”, argumentou o parlamentar.</p>
<p>O presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, declarou que o debate sobre a mudança de metodologia de cálculo da TJLP não poderia vir em pior hora. “O Brasil só volta a crescer através do investimento. E não será com aumento de custo que isso vai acontecer. Esse é um tema totalmente fora de hora”, criticou o dirigente. Velloso ressalta que, atualmente, o custo total de financiamento na compra de um bem de capital com recursos do BNDES (atreladas à TJLP) gira em torno de 15% ao ano, o que não se configura como taxa subsidiada.  “A TJLP é a terceira maior taxa de juros do mundo. A maior de todas é a Selic”, acrescentou.</p>
</div>
<div class="itemFullText">
<p>&nbsp;</p>
<p>A TJLP foi criada em 1994, poucos meses após a edição do Plano Real, e trabalha atualmente com uma taxa de juros de 7,5% ao ano. A modificação em estudo pode elevá-la acima de 10% aa. A TJLP é considerada estratégica na política de crédito, uma vez que baliza os financiamentos do BNDES. O novo formato da TJLP deve ser encaminhado ao Congresso Nacional por meio de projeto de lei e pode não contar com subsídio do governo.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Indústria de carnes acredita em manutenção da credibilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2017 15:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os desdobramentos da operação Carne Fraca seguem avançando sobre os mercados consumidores internacionais. Diversos países, como Chile, Coréia do Sul, China e Rússia reagiram às denúncias divulgadas pela Polícia Federal </p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br/noticias/industria-carnes-acredita-manutencao-da-credibilidade-2/">Indústria de carnes acredita em manutenção da credibilidade</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br">Jerônimo Goergen</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="itemIntroText">
<p>Os desdobramentos da operação Carne Fraca seguem avançando sobre os mercados consumidores internacionais. Diversos países, como Chile, Coréia do Sul, China e Rússia reagiram às denúncias divulgadas pela Polícia Federal na última semana. Nesta terça-feira (21), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) se reuniu para avaliar as repercussões e o trabalho deflagrado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para isolar e restringir o problema às plantas industriais investigadas. Para o coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da FPA, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), houve uma série de equívocos no processo de comunicação da operação, que levou pânico à população brasileira. “O que aconteceu é pontual, a gente lamenta, tem que punir, mas não traz nenhum problema ao comércio exterior e ao consumo interno da proteína animal”, destacou o parlamentar.</p>
</div>
<div class="itemFullText">
<p>&nbsp;</p>
<p>Diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado Rio Grande do Sul (SIPS), Rogério Kerber considerou como natural a reação dos países importadores na tomada de medidas restritivas. O dirigente vê como positivo o fato de não ter sido deflagrado o embargo internacional no comércio de carnes com o Brasil. “Estão fazendo, de forma cautelar, restrições a empresas e setores, que são temporárias. Na medida em que as autoridades brasileiras estão se propondo a alcançar informações, nossa expectativa é que esse quadro já começa a se reverter”, argumentou.</p>
<p>O diretor do SIPS reforçou que as irregularidades apontadas pela PF no setor de carnes e embutidos representa uma parte mínima da produção nacional. Segundo ele, as pessoas envolvidas no escândalo já foram identificadas e sumariamente afastadas de suas funções de fiscalização. Para Kerber, é uma questão de tempo para o Brasil recuperar a credibilidade no complexo carnes, o terceiro maior produto na pauta de exportações, atrás apenas de soja e minério de ferro. Em 2016, o Rio Grande do Sul respondeu por uma produção de 2,8 bilhões de quilos de carne, aí abrangendo aves, suínos, bovinos e bubalinos.</p>
<p>Contato: (61) 3215-5316 / (61) 9 9829-8689<br />
<a href="mailto:apolos.paz@gmail.com">apolos.paz@gmail.com</a></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto destina dinheiro oriundo de corrupção para saúde e educação</title>
		<link>https://jeronimogoergen.com.br/noticias/projeto-destina-dinheiro-oriundo-corrupcao-saude-educacao-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2017 15:46:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Combate à Corrupção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) protocolou nesta terça-feira (28) o Projeto de Lei 7222/2017, que prevê a destinação automática de multas administrativas oriundas de ações contra a corrupção para as </p>
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<p>O deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) protocolou nesta terça-feira (28) o Projeto de Lei 7222/2017, que prevê a destinação automática de multas administrativas oriundas de ações contra a corrupção para as áreas da saúde e educação. A proposta altera a Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção), fazendo com que recursos em dinheiro e de bens confiscados passem a compor o orçamento para estes dois setores. “Acredito que ainda existe uma lacuna nessa importante legislação. Esses valores resgatados pela União não podem cair no Caixa Único, sob pena de novamente se perderem. Quem mais sofre com a corrupção é a população e, portanto, é para a sociedade que esses recursos precisam ser canalizados, com mais investimentos no sistema educacional e serviços em saúde”, argumentou Jerônimo.</p>
</div>
<div class="itemFullText">
<p>        Segundo levantamento apresentado ainda em 2015, pelo chefe da força-tarefa do Ministério Público Federal na Operação Lava Jato, o procurador da República Deltan Dallagnol, os recursos desviados em esquemas de corrupção no Brasil custam aos cofres públicos algo em torno de R$ 200 bilhões por ano. Em três anos de atuação, a Operação Lava Jato recuperou mais de R$ 10 bilhões em valores recuperados ou em processo de recuperação. Além disso, há o bloqueio de R$ 3,2 bilhões em bens bloqueados pela Justiça.</p>
<p>No Senado, já tramita o projeto de autoria do senador Critovam Buarque (PPS-DF) que destina ao Fundo Social (FS) os recursos públicos que tenham sido desviados por corrupção. O Fundo Social tem 50% dos seus recursos destinados à educação e saúde. A proposta de autoria do deputado Jerônimo Goergen prevê a destinação integral dos valores recuperados. “Acredito que, tanto os senadores quanto os deputados precisam fazer esse debate. O governo novamente fala em aumento de impostos para cobrir o rombo orçamentário e continuar fazendo os investimentos necessários. Precisamos mostrar que há outros caminhos para fazer o Brasil crescer, sem penalizar a população com mais tributos”, finalizou.</p>
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		<title>ANTT admite desistir de concessão da BR-386</title>
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		<dc:creator><![CDATA[redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2017 15:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
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<p>O projeto de concessão da BR-386 corre sérios riscos de não sair do papel. É o que admitiu nesta terça-feira (28) o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Bastos. O dirigente se reuniu com o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) e o prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, e confirmou que o órgão pode desistir do processo por considerar que há uma grande contrariedade na sociedade gaúcha por conta do alto custo das tarifas.<br />
Segundo Jerônimo, a decisão final sobre conceder ou não a rodovia à iniciativa privada seria tomada na próxima sexta-feira (31). No entanto, esse prazo foi prorrogado por três semanas para aguardar a conclusão dos apontamentos de um Grupo de Trabalho (GT) criado para avaliar alternativas ao projeto. “Ganhamos um tempo extra para fazermos os ajustes necessários. A ANTT já tem seus dados compilados a partir do que ouviu nas audiências públicas no Rio Grande do Sul. Mas decidiu aguardar mais esse prazo para ver se surge algo novo”, destacou o parlamentar.</p>
<p>O GT é formado por representantes dos conselhos regionais de desenvolvimento e da Secretaria Estadual dos Transportes e deve se reunir na próxima quinta-feira (30). “Tudo se encaminhava para não ter concessão, mas ganhamos esse tempo adicional para amadurecermos o debate. De qualquer maneira, seja qual for a decisão, ela não será tomada pelo governo federal e, sim, pelo conjunto de atores que participam do debate e expressam a vontade da maioria da população”, destacou.</p>
</div>
<div class="itemFullText">
<p>&nbsp;</p>
<p>No encontro, o diretor-geral da ANTT alertou que, sozinha, a concessão da BR-386 não se sustenta. Ou seja, o projeto só receberá os investimentos da iniciativa privada se vier acompanhado de outros lotes de rodovias, como a BR-101. Já o prefeito de Lajeado acredita que a atuação do GT da BR-386 será fundamental no sentido de apontar uma saída para o impasse. “Quem sabe podemos fazer adaptações ao projeto, retirar uma ou outra obra do plano original, de modo que possamos alterar o valor das tarifas, que são consideradas muito caras pela comunidade”, finalizou Caumo.</p>
<p><em><strong>Extensão Carazinho-Iraí</strong></em></p>
<p>Diante do exposto pelo diretor-geral da ANTT, Jorge Bastos, como não está garantida a concessão em si do projeto original, ainda não há espaço para o debate sobre a extensão de Carazinho a Iraí.</p>
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		<title>Temer manifesta inconformidade com juros reais no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2017 15:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representantes da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMaq) e da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) foram recebidos nesta quarta-feira (29) pelo ministro da </p>
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<p>Representantes da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMaq) e da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) foram recebidos nesta quarta-feira (29) pelo ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy. No encontro, o segmento apresentou uma pauta de reivindicações com vistas à retomada do crescimento econômico, da geração de empregos e da atividade industrial. Um dos itens apresentados foi com relação à elevada carga tributária e os juros praticados no Brasil, líder mundial no ranking de juros reais. A crítica do segmento também é comungada pelo presidente da República, Michel Temer. Segundo Imbassahy, Temer classificou como incoerente o fato de não surtir efeito no mercado as sucessivas reduções da Taxa Selic. “Segundo o ministro Imbassahy, o presidente já cobrou a equipe econômica sobre essa situação”, relatou o presidente da FPMaq, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS).</p>
</div>
<div class="itemFullText">
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o presidente da Abimaq reforçou algumas pautas prioritárias, como a contrariedade da entidade com qualquer proposta de mudança na estrutura da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). Velloso levou ainda a posição sobre o Programa de Recuperação Tributária (PRT), que em sua avaliação não atende as empresas de pequeno e médio porte. O dirigente disse ainda que o Palácio do Planalto deve aproveitar o momento de reformas para promover amplas mudanças no sistema de impostos, diminuindo a complexidade, burocracia e promovendo justiça tributária. “Também falamos sobre as consequências de se acabar com a política de conteúdo local para a indústria de óleo e gás. Mostramos ao ministro que o governo precisa usar esses subsídios para transformá-los em emprego e renda no Brasil e não gerar postos fora do país”, destacou. Segundo Velloso, o fim do conteúdo local pode levar ao fechamento de até um milhão de empregos.</p>
<p>Velloso ainda defendeu a aprovação da Reforma Trabalhista como forma de reduzir a insegurança jurídica para os empregadores e fazer com que a simplificação dos procedimentos leve à geração de mais empregos. Por fim, o setor industrial mostrou contrariedade com a disposição do governo em acabar com a desoneração da folha de pagamentos. Segundo dados do setor, a crise econômica levou as empresas ao endividamento e o aumento do custo de produção não vai produzir o efeito desejado pelo governo, de elevar a arrecadação.</p>
</div>
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		<title>Governo trata como irreversível revisão de conteúdo local</title>
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		<dc:creator><![CDATA[redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2017 15:42:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>           A Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMaq) foi recebida nesta quarta-feira pelo ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Bezerra Filho, em </p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://jeronimogoergen1.hospedagemdesites.ws/images/NOVAS/conteudo_local.jpeg" alt="conteudo local" width="450" height="296" />           A Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMaq) foi recebida nesta quarta-feira pelo ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Bezerra Filho, em mais uma rodada de negociações e tentativa de convencimento sobre a importância de se manter a política nacional de conteúdo local para o setor de óleo e gás. Apesar dos argumentos apresentados, o ministro tratou como irreversível a decisão do governo federal em acabar com os subsídios para a indústria nacional.  O presidente da FPMaq, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), saiu do encontro inconformado com a falta de visão estratégica do Palácio do Planalto. “Saímos do encontro convictos de que a decisão está tomada com relação ao conteúdo local. O Brasil vai jogar fora toda uma estrutura de alta tecnologia, levando ao colapso do setor e transferindo investimentos e empregos para o exterior. O setor estima que isso pode levar à demissão de mais um milhão de trabalhadores”, criticou.</p>
<p>Presente ao encontro, o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, afirmou que a conclusão a que se chega é que o governo não tem interesse de manter no Brasil a indústria de alta tecnologia criada nos últimos 50 anos para atender a demanda da Petrobras. “Estão optando por um modelo adotado por Venezuela, Nigéria e Angola, países altamente produtores, mas sem uma cadeia forte. Ou seja, quando acabar o Petróleo, acabou a riqueza”, lamentou o dirigente. Velloso argumenta que a estratégia é mais perversa ainda, uma vez que o povo brasileiro estará subsidiando companhias estrangeiras.</p>
</div>
<div class="itemFullText">
<p>            O presidente da Abimaq ressalta que a decisão representa um ´cavalo de pau´ na estratégia de fortalecimento da estrutura tecnológica. “Isso significa que não haverá a necessidade de se produzir no Brasil nenhuma máquina ou equipamento de alta tecnologia. Como ficam os US$ 60 bilhões de investimentos feitos por empresas que acreditaram no país”, questionou. Velloso cita os exemplos de Reino Unido e Noruega, países que tiveram uma grande expansão na produção de petróleo, mas que investiram num parque industrial próprio. “Após a queda na produção petrolífera, esses países passaram a vender máquinas e equipamentos para o mundo inteiro. Houve o nascimento de um novo setor industrial”, exemplificou.</p>
<p><em><strong>Repetro</strong></em></p>
<p>A FPMaq e a Abimaq também mostraram ao ministro de Minas e Energia as assimetrias provocadas pelo Repetro. Trata-se de um regime aduaneiro que isenta a aquisição de bens e investimentos feitos por companhias petrolíferas internacionais. “Esse é o maior subsídio que existe no Brasil. Ele desonera totalmente o bem importado. A companhia de petróleo vem para cá, importa máquinas e equipamentos, não pagam impostos de importação, PIS, Cofins, ICMS, nada”, explica Velloso.  O presidente executivo da Abimaq destaca que, no sentido inverso, a indústria nacional paga todos os tributos. “Já nós ficamos com todos esses impostos e não conseguimos nos debitar. Onera-se mais o nacional do que o importado. É uma política nacional às avessas”, finalizou.</p>
<p><em><strong>Conteúdo local</strong></em></p>
<p>O chamado conteúdo local significa a proporção de investimentos nacionais aplicados em um determinado bem ou serviço, garantindo participação da indústria nacional. No setor de petróleo e gás, o percentual de conteúdo local a ser utilizado pelos empreendimentos tem um mínimo determinado em lei, e propostas de proporções maiores são consideradas como critério na definição de vencedores dos leilões dos campos de exploração e produção.</p>
</div>
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		<title>Cobrança de Funrural gera críticas e promete mobilizar setor produtivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2017 15:41:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>https://soundcloud.com/jeronimo-goergen/cobranca-de-funrural-gera-criticas-e-promete-mobilizar-setor-produtivo </p>
<p>A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de tornar constitucional a cobrança do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) caiu como uma bomba no agronegócio. Por 6 votos </p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br/noticias/cobranca-funrural-gera-criticas-promete-mobilizar-setor-produtivo/">Cobrança de Funrural gera críticas e promete mobilizar setor produtivo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br">Jerônimo Goergen</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<iframe loading="lazy" title="Cobrança de Funrural gera críticas e promete mobilizar setor produtivo by Jerônimo Goergen" width="1170" height="400" scrolling="no" frameborder="no" allow="autoplay; encrypted-media" src="https://w.soundcloud.com/player/?visual=true&url=https%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F315476360&show_artwork=true&maxheight=1000&maxwidth=1170"></iframe>https://soundcloud.com/jeronimo-goergen/cobranca-de-funrural-gera-criticas-e-promete-mobilizar-setor-produtivo<div class="itemIntroText">
<p>A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de tornar constitucional a cobrança do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) caiu como uma bomba no agronegócio. Por 6 votos a 5, os ministros do STF tornaram válida a taxação do produtor rural pessoa física, em 2,1% sobre a receita bruta da comercialização da produção. Considerada ilegal em outro julgamento da Suprema Corte, ainda em 2011, a cobrança passará a ser cobrada dentro de 60 dias, inclusive o montante não recolhido pelos produtores ao longo desse período.</p>
<p>De acordo com o coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), a reação do setor produtivo não poderia ser pior. “Essa cobrança vai simplesmente devastar o orçamento dos produtores rurais, que se apoiaram numa decisão judicial no próprio STF para não recolher essa taxa. E a retroatividade dela representa algo em torno de R$ 7 bilhões. Querem matar um dos únicos setores econômicos que permanece está em pé”, disparou Jerônimo.</p>
</div>
<div class="itemFullText">
<p>&nbsp;</p>
<p>O parlamentar solicitou a realização de uma audiência pública emergencial da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) para discutir o tema. “O governo federal precisa oferecer uma alternativa aos produtores rurais, para que isso não comprometa a renda e os investimentos que precisam ser feitos”, finalizou.</p>
</div>
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