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	<title>Notícias Archives - Jerônimo Goergen</title>
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	<title>Notícias Archives - Jerônimo Goergen</title>
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		<title>Refino com estratégia: um plano de país para todos os combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 17:42:15 +0000</pubDate>
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<p>A Petrobras sinalizou que quer ampliar o refino no Brasil, com a meta discutida de atender 100% da demanda nacional até 2031 e cerca </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Jerônimo Goergen, presidente da APROBIO</strong></p>
<p>A Petrobras sinalizou que quer ampliar o refino no Brasil, com a meta discutida de atender 100% da demanda nacional até 2031 e cerca de 500 mil barris/dia adicionais de diesel. É uma agenda legítima e necessária. Mas ampliar capacidade <strong>sem definir a estratégia energética do país</strong> seria repetir erros conhecidos.</p>
<p>O Brasil é autossuficiente em petróleo e está diante de <strong>duas oportunidades: agregar valor à produção e exportar combustíveis, não apenas óleo cru</strong>. Novas fronteiras, como a Bacia de Pelotas e a Margem Equatorial, reforçam esse potencial e exigem que o planejamento olhe para as próximas décadas, e não apenas para a conjuntura.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o país já conta com uma matriz de biocombustíveis robusta. Com a mistura atual de 15% (B15), o consumo de biodiesel deve chegar a cerca de <strong>10,5 bilhões de litros até o fim de 2026</strong>, para uma capacidade instalada aprovada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) de 15 bilhões de litros por ano, ainda em expansão.</p>
<p>Estão em andamento os testes para misturas de até 25%, e cada ponto percentual adicional representa cerca de 700 milhões de litros de biodiesel. É uma resposta direta à dependência externa: a <strong>demanda por diesel A em 2026 deve exigir 17,8 milhões de m³ de importações, o maior volume da série histórica.</strong></p>
<p>Há ainda o efeito sobre a cadeia produtiva, com R$ 5,9 bilhões em investimentos e forte demanda por óleo de soja, fortalecendo o agro e a agroindústria.</p>
<p>O ponto central é a coerência. Refino fóssil, etanol, biodiesel, biometano e combustíveis renováveis de aviação não podem ser tratados como concorrentes. Precisam compor uma mesma política, com a Petrobras como parte ativa da transição energética, e não apenas do petróleo. Não podemos ser concorrentes de nós mesmos.</p>
<p>Em um cenário internacional de crise, a resposta não pode ser improvisada. O passado recente da companhia mostra o custo de decisões sem planejamento. O momento exige uma <strong>estratégia nacional de longo prazo</strong>, previsível para investidores e que aproveite todo o potencial energético brasileiro.</p>
<p><em>Publicado originalmente no <a href="https://eixos.com.br/combustiveis-e-bioenergia/biocombustiveis/refino-com-estrategia-um-plano-de-pais-para-todos-os-combustiveis/" target="_blank" rel="noopener">eixos</a>, em 28 de setembro de 2026.</em></p>
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		<title>O Brasil precisa parar de reagir e começar a planejar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 13:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[B25]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei do Combustível do Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Por Jerônimo Goergen, presidente da APROBIO</strong></p>
<p>O Brasil tem uma capacidade extraordinária de produzir. Temos terra, tecnologia, produtores preparados, uma indústria instalada e condições para transformar nossa produção agrícola em </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Jerônimo Goergen, presidente da APROBIO</strong></p>
<p>O Brasil tem uma capacidade extraordinária de produzir. Temos terra, tecnologia, produtores preparados, uma indústria instalada e condições para transformar nossa produção agrícola em alimento, energia, renda e desenvolvimento. Mesmo assim, continuamos perdendo oportunidades por um problema que não é novo: a falta de planejamento.</p>
<p>Durante muito tempo, nos acostumamos a enxergar o Brasil essencialmente como um produtor de commodities. Plantava-se sem necessariamente existir um planejamento sobre o resultado daquela produção, sua industrialização ou a criação de novos mercados.</p>
<p>Estamos começando a sair desse cenário, mas precisamos acelerar.</p>
<p>A canola é um bom exemplo do tamanho da oportunidade que temos diante de nós. É uma cultura que nos permite produzir alimento e energia. O mesmo acontece com a soja e com o trigo.</p>
<p>Esse ponto é importante porque ainda existe uma tendência de analisar o crescimento de uma cultura como se necessariamente significasse retirar espaço de outra. Não é assim que precisamos pensar.</p>
<p>A canola não precisa ocupar o espaço do trigo, por exemplo. Ela pode complementar essa produção. Com planejamento conjunto das culturas de inverno, podemos criar alternativas capazes de compensar perdas nesse período e até mesmo perdas nas culturas de verão. Mas produzir mais, sozinho, não resolve.</p>
<p>Se queremos renda efetiva no campo, precisamos saber quem vai comprar, quem vai processar e para onde essa produção vai. É por isso que previsibilidade é uma palavra tão importante para o agronegócio brasileiro.</p>
<p>Precisamos consolidar a produção da matéria-prima ao mesmo tempo em que construímos sua conexão com cerealistas, indústrias e produtores de biocombustíveis. Uma cadeia não pode começar a ser organizada somente depois que a produção já está no campo.</p>
<p>E é justamente nesse ponto que o biodiesel assume uma importância ainda maior.</p>
<p>Cada ponto percentual adicional de biodiesel na mistura obrigatória ao diesel representa demanda por cerca de 3,2 milhões de toneladas de soja, aproximadamente 53 milhões de sacas. Isso significa mercado para o produtor. E significa também a possibilidade de ampliar o espaço de outras matérias-primas.</p>
<p>Hoje temos capacidade ociosa na indústria brasileira de biodiesel. Existe capacidade para colocar mais 7% ou 8% de biodiesel na mistura com o diesel fóssil – hoje a mistura obrigatória está em 15%. Essa estrutura poderia, por exemplo, estar esmagando mais canola ou soja.</p>
<p>Temos produção agrícola, indústria, matérias-primas e tecnologia. Precisamos transformar essas vantagens em planejamento.</p>
<p>A Lei do Combustível do Futuro é parte importante dessa construção. Tenho a satisfação de estar na origem da sua criação quando atuei no Congresso. Mas uma lei precisa ser cumprida para produzir os resultados para os quais foi concebida.</p>
<p>Se não tivermos o cumprimento da lei, como os projetos que estão sendo desenvolvidos conseguirão se consolidar? O Brasil frequentemente perde oportunidades porque não se planeja, mas reage. E uma economia que atua assim dificilmente consegue aproveitar integralmente suas vantagens competitivas.</p>
<p>Também precisamos tratar com responsabilidade o debate sobre a qualidade do biodiesel. Temos desafios ao longo da cadeia, envolvendo questões como estocagem, transporte e manuseio. É nesses pontos que precisamos trabalhar.</p>
<p>Da mesma forma, o avanço da mistura precisa acontecer com segurança e conhecimento técnico. O Brasil está realizando o maior programa de testes de biodiesel do mundo para que, até fevereiro de 2027, tenhamos uma mistura de 25% de biodiesel (B25) totalmente checado. Isso mostra que é possível avançar com responsabilidade.</p>
<p>A partir do próximo ano, o combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês) passa a ser mandatório. Precisamos nos preparar para essa nova demanda e nosso agronegócio tem condições muito importantes para ocupar um espaço de protagonismo.</p>
<p>Quando conectamos canola, biodiesel, SAF, capacidade industrial e produção agrícola, começamos a enxergar algo maior do que culturas ou combustíveis isoladamente. Estamos falando sobre uma cadeia de desenvolvimento.</p>
<p>Precisamos planejar a produção, conectar os participantes da cadeia, garantir mercado e transformar nossa capacidade agrícola em mais renda, industrialização e energia renovável.</p>
<p>O Brasil já possui grande parte das condições necessárias para fazer isso. O que não podemos mais é continuar perdendo oportunidades porque preferimos reagir quando já poderíamos estar planejando.</p>
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		<title>“O Brasil não pode continuar perdendo oportunidades por falta de planejamento”, afirma Jerônimo Goergen na Expointer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 23:06:06 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Esteio (RS), 31 de agosto de 2026 – O Brasil precisa planejar melhor como transformar sua produção agrícola em renda, industrialização e energia renovável, evitando perder oportunidades por falta de previsibilidade e organização da cadeia. A avaliação é de Jerônimo Goergen, presidente da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) durante o painel “Campo em Debate – Canola aquece safra de inverno”, realizado nesta segunda-feira (31), na Expointer, em Esteio (RS).</p>
<p>Ao analisar o crescimento da canola e sua conexão com os biocombustíveis, Goergen defendeu que o país avance de um modelo concentrado na comercialização de commodities para uma cadeia que gere mais valor dentro do Brasil. “Antes tínhamos o Brasil como um produtor de commodities. Você plantava e não se tinha planejamento para o resultado que aquilo teria. Hoje, estamos saindo de um cenário ruim como esse”, afirmou.</p>
<p>Para ele, a canola representa uma oportunidade importante justamente por combinar produção de alimentos, geração de energia e diversificação da renda agrícola. “A canola é um dos produtos no Brasil que nos possibilitam alimento e energia, e não alimento ou energia”, destacou.</p>
<p>Goergen ressaltou ainda que a expansão da cultura não deve ser vista como uma concorrência com o trigo, mas como uma possibilidade de complementar a produção durante o inverno. “A canola não vem para ocupar o espaço do trigo, mas para complementar. Se planejarmos a cultura de canola juntamente com outras culturas de inverno, elas podem compensar perdas nessa época e até perdas nas culturas de verão”, explicou.</p>
<p>Para que esse crescimento se traduza em retorno financeiro, porém, o presidente da APROBIO considera fundamental conectar desde o início produção, comercialização e indústria. “A previsibilidade é fundamental para o agronegócio. É importante consolidar a produção da matéria-prima, mas também já conectar isso às empresas cerealistas ou produtoras de biocombustível. Não vejo outro cenário para termos renda efetiva no campo”, afirmou.</p>
<p><strong>Biodiesel pode ampliar demanda e agregar valor</strong></p>
<p>Durante o encontro, Goergen também relacionou o avanço dos biocombustíveis à criação de novas oportunidades para o campo. Segundo ele, cada ponto percentual adicional de biodiesel representa demanda por 1,4 milhão de toneladas de soja, aproximadamente 24 milhões de sacas.</p>
<p>Esse aumento de demanda, segundo Goergen, também ajuda a abrir espaço para outras matérias-primas, como a própria canola. Atualmente, afirmou, a indústria de biodiesel possui capacidade ociosa que poderia ser utilizada para ampliar a produção. “Temos uma ociosidade na nossa indústria de biodiesel, com capacidade de colocar 7% ou 8% a mais no diesel fóssil, que poderia estar esmagando mais canola, por exemplo”, disse.</p>
<p>A discussão ocorre justamente na semana em que a Lei do Combustível do Futuro completa dois anos. “Eu tenho a satisfação de estar na origem da criação da Lei do Combustível do Futuro. Porém, se nós não tivermos o cumprimento da lei, como faremos para que os projetos que estamos desenvolvendo se consolidem?”, questionou. Para ele, a falta de planejamento acaba impedindo o Brasil de aproveitar melhor suas vantagens agrícolas e energéticas. “O Brasil acaba sendo um lugar que perde oportunidades, pois não se planeja, apenas reage”, afirmou.</p>
<p><strong>Qualidade depende de toda a cadeia</strong></p>
<p>Outro ponto abordado por Goergen foi a qualidade do biodiesel. Segundo ele, o debate não deve ficar restrito ao combustível produzido na indústria, mas considerar também etapas como armazenagem, transporte e manuseio. “Nós não temos um problema de qualidade no biodiesel, mas temos um problema de cadeia, como estocagem, transporte e manuseio. Por isso, estamos trabalhando forte nesses pontos”, explicou.</p>
<p>Goergen destacou ainda a importância dos testes para dar segurança ao avanço da mistura do biodiesel. Ele contou que o país está fazendo o maior programa de testes de biodiesel do mundo para que até fevereiro de 2027, tenha-se o B25 totalmente checado.</p>
<p><strong>Canola, SAF e uma nova oportunidade para o Rio Grande do Sul</strong></p>
<p>O presidente da APROBIO também apontou o combustível sustentável de aviação, o SAF na sigla em inglês, como uma nova frente de demanda para matérias-primas renováveis. “A partir do ano que vem, o SAF é mandatório. Nós temos que nos preparar para isso, e eu não vejo lugar melhor do que o Rio Grande do Sul para ocupar esse espaço”, disse.</p>
<p>Para Goergen, a consolidação dessas oportunidades depende justamente da integração entre todos os participantes da cadeia. “Nós juntos, criando uma cadeia completa desde o produtor, é o que vai levar adiante o agronegócio brasileiro”, concluiu.</p>
<p>O “Campo em Debate – Canola aquece safra de inverno” reuniu também Adriano Borghetti, presidente da FecoAgro-RS; Luiz Gustavo Floss, diretor de Relações Institucionais da Abrascanola; e Vantuir Scarantti, presidente da Abrascanola. O encontro contou ainda com depoimentos de Emilio Figer, diretor da Celena Alimentos; Luiz Augusto Dumoncel, vice-presidente de Operações da 3tentos; e Philipp Herbst Minarelli, gerente de Canola e Carinata para o Brasil e Paraguai da Nufarm.</p>
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		<title>O Brasil não pode ficar para trás na corrida do biodiesel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 02:20:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o Brasil aguarda testes para avançar para o B16 previsto pela lei Combustível do Futuro, a Indonésia acaba de dar um passo muito maior. Desde 1º de julho, o </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto o Brasil aguarda testes para avançar para o B16 previsto pela lei Combustível do Futuro, a Indonésia acaba de dar um passo muito maior. Desde 1º de julho, o país iniciou a implementação do B50, uma mistura composta por 50% de biodiesel e 50% de diesel fóssil.</p>
<p>Não se trata de um movimento improvisado. É uma decisão baseada em testes, planejamento e na compreensão de que ampliar o uso de biocombustíveis fortalece a economia, reduz a dependência energética e gera desenvolvimento.</p>
<p>O mandato do biodiesel para este ano naquele país foi de B40 nos primeiros seis meses. Com o B50 de julho a dezembro, a Indonésia deve economizar quase US$ 9 bilhões com importação. Os subsídios ao biodiesel deverão cair para US$ 1,8 bilhão, apesar do aumento do consumo.</p>
<p>Esse exemplo precisa servir de reflexão para o Brasil. Temos uma indústria madura, capacidade instalada, matéria-prima disponível e uma das regulamentações mais rigorosas do mundo para garantir a qualidade do biodiesel.</p>
<p>Nossos padrões de controle são, inclusive, mais exigentes do que os adotados pela própria Indonésia em aspectos importantes da especificação do combustível. Se eles conseguiram avançar para o B50, não há razão para que o Brasil continue adiando uma medida muito mais modesta, como a adoção do B17 no curto prazo.</p>
<p>O setor produtivo tem colaborado diretamente com o Ministério de Minas e Energia para antecipar os testes necessários, disponibilizando equipamentos e estrutura para acelerar as avaliações. Isso demonstra responsabilidade e compromisso com a segurança operacional. Mas também reforça uma convicção: já existem fundamentos técnicos suficientes para avançarmos.</p>
<p>Os benefícios são evidentes. O Brasil ainda importa cerca de 25% do diesel que consome. Cada ponto percentual de aumento na mistura representa menos importação, mais processamento industrial, fortalecimento do agronegócio, geração de emprego, renda e arrecadação em diversas regiões do país. A própria Indonésia estima uma economia bilionária ao ampliar sua mistura, reduzindo significativamente os gastos com importação de diesel.</p>
<p>Neste momento, essa discussão ganha um significado ainda maior para mim. A Aprobio completa 15 anos de atuação defendendo o fortalecimento dos biocombustíveis como política de Estado. Ao longo dessa trajetória, vimos o biodiesel deixar de ser uma promessa para se tornar uma realidade estratégica para o Brasil.</p>
<p>Celebrar esses 15 anos é reconhecer o quanto avançamos, mas, principalmente, lembrar que ainda podemos ir muito além. O mundo está acelerando sua transição energética. O Brasil reúne todas as condições para liderar esse processo. Agora, precisamos transformar esse potencial em decisão.</p>
<p><em>* Jeronimo Goergen é presidente da Aprobio &#8211; Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil</em></p>
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		<title>Uso voluntário do biodiesel comprova que estamos no caminho certo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) de simplificar as regras para o uso voluntário de biodiesel em percentuais superiores à mistura obrigatória já começa </p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br/noticias/uso-voluntario-biodiesel-caminho-certo/">Uso voluntário do biodiesel comprova que estamos no caminho certo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br">Jerônimo Goergen</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão da <a href="https://www.gov.br/anp/pt-br/assuntos/qualidade-de-produtos/regras-para-usos-voluntarios-de-biodiesel" target="_blank" rel="noopener">Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)</a> de simplificar as regras para o uso voluntário de biodiesel em percentuais superiores à mistura obrigatória já começa a produzir resultados concretos. Em poucos dias, cresce o número de empresas que comunicaram à Agência a adoção de misturas maiores.</p>
<p>Esse movimento confirma algo que o setor vem afirmando há muito tempo: havia uma demanda reprimida. Muitos consumidores queriam utilizar mais biodiesel, mas encontravam barreiras regulatórias. Bastou criar um ambiente de maior liberdade e segurança para que o mercado respondesse.</p>
<p>Esse é um sinal claro de que estamos no caminho certo.</p>
<p>O biodiesel brasileiro conquistou credibilidade pela sua qualidade. Tanto que o país desenvolve atualmente o maior programa de testes de biodiesel do mundo, avaliando misturas como o B25 de forma criteriosa, com base em evidências técnicas e científicas. Nosso compromisso é ampliar o uso do biodiesel com responsabilidade, segurança e qualidade.</p>
<p>Os benefícios vão muito além do setor de biocombustíveis. Cada litro adicional de biodiesel significa um litro a menos de diesel fóssil consumido. Isso reduz a necessidade de importações, diminui a saída de divisas do país e fortalece nossa segurança energética. Em vez de movimentar a economia de outros países, investimos em uma cadeia produtiva brasileira, que gera empregos, renda, arrecadação e desenvolvimento regional.</p>
<p>O biodiesel também fortalece o agronegócio, estimula a indústria nacional, promove inclusão social por meio da agricultura familiar e contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa. É uma solução que une desenvolvimento econômico, responsabilidade ambiental e transição energética.</p>
<p>É natural que existam questionamentos. Mas eles precisam ser respondidos com fatos, ciência e resultados. E os resultados começam a aparecer. A crescente adesão ao uso voluntário demonstra a confiança do mercado no biodiesel e reforça que as políticas adotadas estão produzindo os efeitos esperados.</p>
<p>O Brasil reúne todas as condições para liderar a transição energética mundial. Temos capacidade produtiva, tecnologia, competência industrial e uma das agriculturas mais competitivas do planeta. O biodiesel é um dos pilares dessa estratégia.</p>
<p>Mais do que defender um combustível, defendemos um projeto de país: um Brasil menos dependente de importações, mais competitivo, ambientalmente responsável e capaz de gerar emprego, renda e oportunidades a partir de uma energia produzida aqui, pelos brasileiros.</p>
<p>Os primeiros resultados da nova regulamentação mostram que estamos no rumo certo. Agora, é fundamental que o debate sobre os biocombustíveis seja cada vez mais baseado em evidências e menos em preconceitos. Apoiar o biodiesel é apoiar a inovação, a segurança energética, o meio ambiente, o agronegócio, a indústria nacional e a geração de oportunidades para milhões de brasileiros.</p>
<p><strong>Por Jerônimo Goergen</strong><br />Presidente da APROBIO</p>
<hr>
<p><strong>Leia também:</strong> <a href="https://jeronimogoergen.com.br/noticias/agricultura/anp-regulamentacao-uso-voluntario-biodiesel/">ANP avança na regulamentação do uso voluntário de biodiesel e reforça segurança para expansão do mercado</a>.</p>
<p><em>Artigo publicado originalmente pelo Jornal A Plateia em 21 de julho de 2026.</em></p>
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		<title>Presidente Lula acompanha testes e reforça compromisso do governo com avanço do biodiesel no Brasil</title>
		<link>https://jeronimogoergen.com.br/noticias/lula-testes-avanco-biodiesel-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:39:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei Combustível do Futuro]]></category>
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		<category><![CDATA[APROBIO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Visita ao Instituto Mauá de Tecnologia marca o início de uma nova etapa para a ampliação da mistura de biodiesel e fortalece a implementação da Lei Combustível do Futuro.</strong></p>
<p><em>São </em></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Visita ao Instituto Mauá de Tecnologia marca o início de uma nova etapa para a ampliação da mistura de biodiesel e fortalece a implementação da Lei Combustível do Futuro.</strong></p>
<p><em>São Caetano do Sul (SP), 13 de julho de 2026</em> – A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), nesta segunda-feira (13), marcou o início de uma nova etapa para o programa brasileiro de biocombustíveis. Ao acompanhar os testes que avaliarão misturas mais elevadas de biodiesel ao diesel, Lula reforçou o compromisso do Governo Federal com a implementação da Lei Combustível do Futuro e destacou que o Brasil tem condições de liderar a transição energética mundial.</p>
<h2>Testes de longa duração para o avanço do biodiesel</h2>
<p>Durante a visita, o presidente afirmou que o Brasil pode mostrar ao mundo que é possível construir um futuro com menor dependência dos combustíveis fósseis e destacou que o início dos testes de 300 horas representa um marco para a evolução do biodiesel no país.</p>
<p>A nova etapa avaliará o desempenho dos motores com percentuais mais elevados de biodiesel e fornecerá a base técnica para as próximas decisões sobre a ampliação da mistura obrigatória, dos atuais 15% para percentuais entre 16% e 25%.</p>
<p>A agenda reuniu representantes do Governo Federal, do setor produtivo e da comunidade científica no laboratório responsável pelos estudos conduzidos no âmbito do Subcomitê de Avaliação da Viabilidade Técnica de Misturas de Altos Teores de Biocombustíveis em Combustíveis Fósseis, criado pelo Ministério de Minas e Energia. A APROBIO participa das discussões técnicas como colaboradora do projeto.</p>
<blockquote>
<p>“Vim aqui para ver os testes com porcentagens mais altas de biodiesel. Vamos provar que o que produzimos aqui tem qualidade, segurança e que pode fazer o Brasil depender muito menos de condições externas e liderar o mundo rumo a um novo cenário energético”, disse Lula.</p>
<p>“O nosso país tem todas as condições necessárias para ser protagonista na transição energética, e os estudos que estamos realizando aqui vão comprovar isso”, completou.</p>
</blockquote>
<h2>Biodiesel como prioridade da agenda energética</h2>
<p>Para o presidente da APROBIO, Jerônimo Goergen, a visita presidencial consolida o biodiesel como uma das prioridades da agenda energética brasileira.</p>
<blockquote>
<p>“Nosso compromisso com toda a cadeia produtiva e com os consumidores sempre foi garantir que cada avanço fosse respaldado por critérios técnicos. Essa etapa foi cumprida. Encerramos um ciclo importante e agora iniciamos uma nova fase de consolidação, com os testes de longa duração que darão ainda mais segurança para o avanço da mistura. A presença do presidente Lula também demonstra que o governo reconhece o biodiesel como uma de suas prioridades para fortalecer a segurança energética, impulsionar o desenvolvimento nacional e acelerar a transição para uma economia de baixo carbono.”</p>
</blockquote>
<h2>Bom momento para o biodiesel</h2>
<p>A visita ocorre em um momento em que o ambiente regulatório também avança. Na última semana, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou mudanças na regulamentação da ampliação do uso voluntário de biodiesel, adequando as normas à Lei Combustível do Futuro e ampliando a segurança jurídica para a expansão do mercado de combustíveis renováveis.</p>
<p>Na avaliação da APROBIO, a combinação entre a conclusão dos testes, o início das avaliações de 300 horas e o aperfeiçoamento do marco regulatório cria um cenário favorável para que o Brasil avance, de forma segura e baseada em evidências, na ampliação da participação do biodiesel em sua matriz energética, fortalecendo a indústria nacional, reduzindo a dependência do diesel importado e ampliando a contribuição do país para a descarbonização do transporte.</p>
<blockquote>
<p>“O setor produtivo e a cadeia do agronegócio estão prontos para avançar nesses objetivos e cumprir seu papel para o desenvolvimento da economia e para a transição energética”, concluiu Goergen.</p>
</blockquote>
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		<title>Presidente Lula acompanha testes para abrir caminho para ampliação da mistura de biodiesel no Brasil</title>
		<link>https://jeronimogoergen.com.br/noticias/agricultura/lula-acompanha-testes-ampliacao-biodiesel-imt/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 13:28:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[APROBIO]]></category>
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		<category><![CDATA[mistura de biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério de Minas e Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do Combustível do Futuro]]></category>
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		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Mauá de Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Presidente Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p style="text-align: center"><em>Visita ao Instituto Mauá de Tecnologia, nesta segunda-feira (13/07), marca uma nova etapa dos estudos que vão embasar futuras decisões sobre o aumento da participação do biodiesel </em></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em>Visita ao Instituto Mauá de Tecnologia, nesta segunda-feira (13/07), marca uma nova etapa dos estudos que vão embasar futuras decisões sobre o aumento da participação do biodiesel na matriz energética brasileira</em></p>
<p><strong>S</strong><strong>ão Caetano do Sul (SP), julho de 2026</strong> – O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, visita nesta segunda-feira (13/07), às 10h, o Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), em São Caetano do Sul (SP), para acompanhar de perto o programa nacional de testes que avalia a viabilidade técnica da ampliação da mistura de biodiesel ao diesel.</p>
<p>A agenda também contará com a presença do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e ocorre em um momento decisivo para a implementação da Lei do Combustível do Futuro. O IMT é o laboratório central responsável pelos ensaios que avaliarão misturas entre B16 e B25, etapa considerada fundamental para embasar futuras decisões regulatórias sobre o aumento do percentual obrigatório de biodiesel no diesel, atualmente fixado em 15%.</p>
<p>Os testes fazem parte do trabalho conduzido pelo Subcomitê de Avaliação da Viabilidade Técnica de Misturas de Altos Teores de Biocombustíveis em Combustíveis Fósseis, criado pelo Ministério de Minas e Energia, em outubro de 2025. O grupo coordena os estudos técnicos que deverão subsidiar a regulamentação e a implementação da Lei do Combustível do Futuro.</p>
<h2>A APROBIO participa do projeto</h2>
<p>No eixo dedicado ao biodiesel, foi elaborado o Plano de Testes de Avaliação da Viabilidade Técnica do B16 ao B25. A Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) participa das discussões como colaboradora do projeto.</p>
<p>Para o Presidente da APROBIO, Jerônimo Goergen, a iniciativa representa um passo fundamental para dar segurança técnica às próximas decisões sobre a evolução da mistura.</p>
<p>&#8220;É muito importante a metodologia do programa de testes, que deve dissipar qualquer dúvida sobre a viabilidade do avanço da mistura até o B25, assim como já podemos considerar existir elementos suficientes de análise para garantir a adoção segura de B16 e B17 o quanto antes&#8221;, afirma.</p>
<h2>Sucesso com misturas superiores</h2>
<p>Segundo Goergen, a experiência acumulada pelo setor já demonstra resultados consistentes com percentuais superiores aos atualmente utilizados.</p>
<p>&#8220;O setor automotivo já registra vários testes de misturas superiores a essa com sucesso comprovado e o setor se mobiliza junto ao governo federal para agilizar o processo de testagem considerando, inclusive, que já existem várias experiências bem-sucedidas de uso do biocombustível em misturas de 20%&#8221;, completa.</p>
<p>A visita presidencial aos laboratórios do Instituto Mauá reforça a importância estratégica dos estudos técnicos para o futuro da política brasileira de biocombustíveis e coloca o avanço da mistura de biodiesel novamente no centro das discussões sobre transição energética, segurança no abastecimento e descarbonização da matriz de transportes.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p><strong>Evento:</strong> Visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Instituto Mauá de Tecnologia<br />
<strong>Data:</strong> Segunda-feira, 13 de julho<br />
<strong>Horário:</strong> 10h<br />
<strong>Local:</strong> Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), São Caetano do Sul (SP)</p>
<p><strong>O presidente da APROBIO, Jerônimo Goergen, estará disponível para entrevistas durante a agenda.</strong></p>
<p><strong>Contato para imprensa</strong> | <strong><u>APROBIO</u></strong></p>
<p>Eduardo Ritschel<br />
<a href="mailto:eduardo.ritschel@analitica.inf.br">eduardo.ritschel@analitica.inf.br</a><br />
Cel.: +55 11 99688-0850</p>
<p>Marcelo Iglesias<br />
<a href="mailto:marcelo.iglesias@analitica.inf.br">marcelo.iglesias@analitica.inf.br</a><u><br />
</u>Cel.: 55 11 98912-6979</p>
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		<title>ANP avança na regulamentação do uso voluntário de biodiesel e reforça segurança para expansão do mercado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 13:23:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[ABIOVE]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[uso voluntário de biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[Resolução nº 910/2022]]></category>
		<category><![CDATA[jeronimo goergen]]></category>
		<category><![CDATA[André Nassar]]></category>
		<category><![CDATA[biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[APROBIO]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do Combustível do Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
		<category><![CDATA[AliançaBiodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align:center"><em>AliançaBiodiesel</em><em> considera decisão um passo importante para garantir previsibilidade regulatória, reduzir burocracia e estimular o consumo de combustíveis renováveis no Brasil</em></p>
<p><strong>São Paulo, julho de 2026 –</strong> A decisão </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><em>AliançaBiodiesel</em><em> considera decisão um passo importante para garantir previsibilidade regulatória, reduzir burocracia e estimular o consumo de combustíveis renováveis no Brasil</em></p>
<p><strong>São Paulo, julho de 2026 –</strong> A decisão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) de atualizar a regulamentação sobre o uso voluntário de biodiesel representa um avanço para o fortalecimento do mercado brasileiro de biocombustíveis. A medida adequa as normas da Agência à Lei do Combustível do Futuro, que substituiu a exigência de anuência prévia pela simples comunicação para o uso voluntário de biodiesel em teores superiores ao percentual obrigatório.</p>
<p>Aprovada por unanimidade pela Diretoria Colegiada da ANP, a proposta estabelece um regime de transição que permitirá aos usuários voluntários continuarem adquirindo biodiesel diretamente de produtores, distribuidores e importadores autorizados. A medida evita impactos na comercialização do produto, preserva a competitividade do mercado e cria condições para ampliar o consumo de biodiesel em diferentes segmentos da economia.</p>
<p>Para a AliançaBiodiesel (formada pela APROBIO &#8211; Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil – e pela Abiove – Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), a decisão demonstra sensibilidade da ANP ao construir uma transição regulatória que preserva a segurança jurídica e evita obstáculos ao desenvolvimento do setor.</p>
<p>“O Brasil precisa de regras que estimulem quem quer investir na descarbonização, e foi exatamente isso que a ANP fez. A decisão evita que uma mudança na legislação acabasse criando barreiras ao uso voluntário do biodiesel. Ao garantir um período de transição e preservar a compra direta pelos consumidores habilitados, a Agência oferece previsibilidade ao mercado e cria um ambiente mais favorável para ampliar o uso de um combustível renovável produzido no país. É uma medida técnica, equilibrada e alinhada aos objetivos da Lei do Combustível do Futuro”, afirma Jerônimo Goergen, presidente da APROBIO e membro da AliançaBiodiesel.</p>
<p>A entidade destaca que a simplificação do processo também acompanha a evolução tecnológica dos motores e das aplicações que já utilizam teores mais elevados de biodiesel com segurança e eficiência, além de contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa em setores como mineração, logística, transporte e operações industriais.</p>
<p>A AliançaBiodiesel também considera positiva a decisão da ANP de incluir a revisão da Resolução nº 910/2022 e das normas correlatas na Agenda Regulatória, permitindo que o novo modelo seja consolidado por meio de um processo técnico, transparente e participativo.</p>
<p>Na avaliação da Aliança, a ampliação do uso voluntário do biodiesel fortalece a indústria nacional, gera demanda para toda a cadeia produtiva, incentiva novos investimentos e amplia a contribuição do setor para a transição energética brasileira.</p>
<p>“A descarbonização acontece quando o país cria condições para que soluções sustentáveis sejam adotadas em maior escala. O biodiesel já está pronto para cumprir esse papel. Quanto maior a previsibilidade regulatória, maior será a confiança para investir, produzir e consumir energia renovável no Brasil”, disse André Nassar, Presidente da Abiove e membro da AliançaBiodiesel.</p>
<p><strong>Contato para imprensa</strong> | <strong><u>APROBIO</u></strong></p>
<p>Eduardo Ritschel </p>
<p><a href="mailto:eduardo.ritschel@analitica.inf.br">eduardo.ritschel@analitica.inf.br</a> </p>
<p>Cel.: +55 11 99688-0850 </p>
<p>Marcelo Iglesias</p>
<p><a href="mailto:marcelo.iglesias@analitica.inf.br">marcelo.iglesias@analitica.inf.br</a><br />Cel.: 55 11 99102-0299  </p>
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		<item>
		<title>APROBIO apoia e participa do lançamento do 4º Congresso Cerealista Brasileiro para fortalecer biodiesel e o agro brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:33:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[ACESC]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Cerealista Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[cerealistas]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus Bortoluzzi]]></category>
		<category><![CDATA[jeronimo goergen]]></category>
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		<category><![CDATA[biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ACEBRA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Apoio da APROBIO reforça a necessidade de integrar produção de grãos e de biocombustíveis tendo a sustentabilidade como estratégia para ampliar a competitividade do país</strong></p>
<p><strong>A ACEBRA (Associação das Empresas </strong></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apoio da APROBIO reforça a necessidade de integrar produção de grãos e de biocombustíveis tendo a sustentabilidade como estratégia para ampliar a competitividade do país</strong></p>
<p><strong>A ACEBRA (Associação das Empresas Cerealistas do Brasil) e a ACESC (Associação das Empresas Cerealistas de Santa Catarina), junto com a APROBIO (Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil), lançam oficialmente o evento no dia 9 de julho, quinta-feira, às 19h, na Casa Conceito CBA Empreendimentos, em Jurerê, Florianópolis (SC)</strong></p>
<p><strong>Na ocasião, também acontecerá a posse da nova diretoria da ACESC, especialmente, na figura de Matheus Bortoluzzi, que assumirá como novo presidente da entidade</strong></p>
<p>São Paulo, julho de 2026 – O agronegócio brasileiro vive um momento no qual o desafio é produzir com eficiência, agregar valor às cadeias produtivas e ampliar a competitividade do Brasil em um mercado global cada vez mais atento à segurança alimentar e à descarbonização da economia. Para a Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO), esse caminho passa, necessariamente, por uma integração cada vez maior entre o setor cerealista e a indústria de biodiesel.</p>
<p>É justamente essa visão que levou a entidade a apoiar o 4º Congresso Cerealista Brasileiro, promovido pela ACEBRA (Associação das Empresas Cerealistas do Brasil), que será realizado entre os dias 11 e 13 de novembro, no Costão do Santinho Resort, em Florianópolis (SC). Nesta quinta-feira (09/07), Jerônimo Goergen, Presidente da APROBIO, participa do evento lançamento do Congresso </p>
<p>A ACEBRA, a ACESC (Associação das Empresas Cerealistas de Santa Catarina) e a APROBIO realizam agenda oficial neste dia 9 de julho, quinta-feira, às 19h, na Casa Conceito CBA Empreendimentos, em Jurerê, Florianópolis (SC). O encontro marca um momento importante para a representação cerealista em Santa Catarina, reunindo lideranças institucionais, autoridades, empresas e convidados em torno de uma pauta de integração, relacionamento e fortalecimento do setor. Na oportunidade, também será realizada a posse do presidente da ACESC, Matheus Bortoluzzi.</p>
<p>Na avaliação do presidente da APROBIO, Jerônimo Goergen, o momento exige que setores historicamente conectados na prática também estejam cada vez mais próximos nas discussões estratégicas. &#8220;Quem olha para o agro de forma fragmentada está olhando para o passado. O futuro pertence às cadeias que trabalham de forma integrada. O biodiesel e o setor cerealista fazem parte da mesma história de desenvolvimento do Brasil. Quanto mais estivermos sentados à mesma mesa, maior será nossa capacidade de gerar riqueza, inovação e competitividade&#8221;.</p>
<h2>Biocombustíveis e Cerealistas</h2>
<p>A relação entre os dois segmentos é direta. A soja, principal matéria-prima utilizada na produção de biodiesel no país, também está entre as culturas mais importantes do setor cerealista. Ao mesmo tempo, a indústria de biocombustíveis gera coprodutos fundamentais para a alimentação animal, contribuindo para aumentar a eficiência econômica da cadeia produtora de alimentos e fortalecer diferentes segmentos do agronegócio.</p>
<p>&#8220;Nenhum elo do agro cresce sozinho. O produtor precisa do cerealista. O cerealista precisa da 0indústria. A indústria precisa de um ambiente de negócios moderno e previsível. Quando esses setores dialogam, surgem soluções que dificilmente seriam construídas de forma isolada. É por isso que apoiar este Congresso é uma decisão estratégica para a APROBIO&#8221;, comenta Jerônimo.</p>
<h2>Congresso Cerealista Brasileiro</h2>
<p>Nas últimas edições, o Congresso Cerealista Brasileiro consolidou-se como um espaço de construção coletiva, reunindo representantes de toda a cadeia para debater temas como inovação, logística, armazenagem, crédito, mercado, sustentabilidade e competitividade. A trajetória do evento demonstra um crescimento contínuo de representatividade e participação, tornando-o uma das principais agendas do calendário nacional do agronegócio. </p>
<p>Realizado entre os dias 11 e 13 de novembro, em Florianópolis (SC), o 4º Congresso Cerealista Brasileiro deverá reunir centenas de lideranças empresariais, especialistas e representantes do poder público em uma programação voltada ao fortalecimento institucional, ao compartilhamento de conhecimento e à construção de soluções para o futuro do setor cerealista brasileiro.</p>
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		<item>
		<title>Assembleia gaúcha homenageia a trajetória de Jerônimo Goergen com sua mais alta distinção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 00:04:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-deputado federal Jerônimo Goergen recebeu nesta terça-feira (30) a Medalha do Mérito Farroupilha, a mais alta distinção concedida pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. A solenidade ocorreu </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-deputado federal Jerônimo Goergen recebeu nesta terça-feira (30) a Medalha do Mérito Farroupilha, a mais alta distinção concedida pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. A solenidade ocorreu às 18h, no Salão Júlio de Castilhos, no Palácio Farroupilha, em Porto Alegre, por proposição do deputado estadual Ernani Polo (PSD), líder da bancada do partido na Casa.</p>
<p>Criada em 1995, a honraria reconhece personalidades que prestaram serviços relevantes ao desenvolvimento econômico, social, político e institucional do Estado. A homenagem a Goergen foi aprovada por unanimidade pelos deputados estaduais e coroou uma das trajetórias mais longevas da política gaúcha recente — dois mandatos como deputado estadual e três como federal, sempre com o setor produtivo no centro da atuação.</p>
<p>“Jerônimo é um irmão que a vida me deu, e tenho orgulho da nossa trajetória juntos e de tudo o que ele realizou como parlamentar. A medalha reconhece seu trabalho, sempre incansável, com a coragem e as convicções firmes que marcam sua vida pública em defesa dos setores produtivos gaúchos”, afirmou Polo.</p>
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<p>Nascido em Palmeira das Missões e criado em Santo Augusto, no noroeste gaúcho, Goergen aproximou-se cedo das pautas do campo — ainda no início dos anos 2000, como assessor do então ministro da Agricultura Marcus Vinícius Pratini de Moraes, em Brasília. A experiência abriu caminho para uma carreira que, embora enraizada no agro, se espalhou por temas tão diversos quanto economia, transporte, infraestrutura, telecomunicações e empreendedorismo.</p>
<p>Na Câmara dos Deputados, foi um dos parlamentares mais atuantes nas pautas econômicas. Relatou a Lei da Liberdade Econômica (Lei 13.874/2019), que simplificou regras e reduziu a burocracia sobre quem empreende, e foi autor de leis que modernizaram setores variados — da nova legislação dos motoristas e dos aeronautas ao novo marco das telecomunicações e ao saneamento das instituições de ensino superior. Entre os projetos que assinou está o que deu origem à Lei do Combustível do Futuro (Lei 14.993/2024), um dos marcos recentes da política brasileira de biocombustíveis e descarbonização — agenda que ele segue conduzindo à frente da APROBIO e da ACEBRA, associações que hoje preside.</p>
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<p>“Tenho profunda gratidão por todas as pessoas que acreditaram em mim e caminharam ao meu lado. Compartilhar este momento com familiares, amigos e parceiros torna essa honraria ainda mais significativa”, afirmou Goergen.</p>
<p>Com o Salão Júlio de Castilhos lotado — parte do público acompanhou a cerimônia de pé —, a solenidade reuniu autoridades, lideranças políticas, representantes de entidades, familiares e convidados para celebrar uma carreira que, ao longo de mais de vinte anos, deixou marca no fortalecimento das instituições e no desenvolvimento do Rio Grande do Sul.</p>
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