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	<title>soberania energética Archives - Jerônimo Goergen</title>
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	<title>soberania energética Archives - Jerônimo Goergen</title>
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		<title>Mais biodiesel brasileiro, menos diesel importado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 01:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><em>Artigo publicado originalmente no portal <strong>Poder360</strong> em 23 de maio de 2026.</em></p>
<p><strong><em>O avanço para o B16 representa soberania energética, fortalecimento da indústria nacional e mais renda interna</em></strong></p>
<p>O Brasil </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigo publicado originalmente no portal <strong><a href="https://www.poder360.com.br/opiniao/mais-biodiesel-brasileiro-menos-diesel-importado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Poder360</a></strong> em 23 de maio de 2026.</em></p>
<p><strong><em>O avanço para o B16 representa soberania energética, fortalecimento da indústria nacional e mais renda interna</em></strong></p>
<p>O Brasil construiu, nas últimas décadas, uma das mais bem-sucedidas políticas de biocombustíveis do mundo. Transformamos competência agrícola, inovação industrial e visão estratégica em energia limpa, renovável e produzida dentro de casa. Agora, mais uma decisão importante se apresenta: avançar para o B16, que representa uma mistura de 16% de biodiesel ao diesel fóssil.</p>
<p>Pode parecer apenas um ponto percentual na mistura do biodiesel ao diesel. Mas, para um país com a dimensão do Brasil, esse 1% significa muito. Significa bilhões de reais movimentando a economia nacional, maior processamento industrial, fortalecimento da cadeia da soja e de outras matérias-primas, mais empregos, mais arrecadação e menos dependência externa.</p>
<p>Cada litro de biodiesel produzido aqui substitui parte do diesel fóssil importado. E isso vai muito além da questão energética. Trata-se de segurança nacional, previsibilidade econômica e proteção contra as instabilidades geopolíticas que afetam o mercado internacional de petróleo.</p>
<p>O Brasil não está começando essa caminhada. Temos tecnologia validada, motores preparados, capacidade industrial instalada, logística estruturada e uma cadeia produtiva madura. O setor está pronto. Ao ampliar a mistura para B16, estimulamos investimentos, damos previsibilidade para quem produz, fortalecemos cooperativas, agroindústrias, esmagadoras, usinas e milhares de produtores rurais que fazem parte dessa cadeia.</p>
<p>Além do impacto econômico, há um benefício ambiental inquestionável. Mais biodiesel significa menos emissão de gases de efeito estufa, menor pegada de carbono no transporte e mais protagonismo do Brasil na agenda global da transição energética.</p>
<p>É incoerente um país que lidera a produção mundial de alimentos, domina a tecnologia dos biocombustíveis e possui capacidade produtiva instalada continuar dependente de volumes expressivos de diesel importado.</p>
<p>O avanço para o B16 não é apenas uma meta técnica. É uma decisão estratégica. É escolher produzir energia com aquilo que o Brasil tem de melhor: sua capacidade produtiva, sua indústria e sua vocação para liderar a economia de baixo carbono.</p>
<p>Mais biodiesel brasileiro. Menos diesel importado. Mais competitividade, mais sustentabilidade e mais soberania para o Brasil.</p>
<hr />
<p><strong>Jerônimo Goergen</strong>, 50 anos, é advogado e foi Deputado estadual e federal pelo Rio Grande do Sul. No Congresso Nacional, criou e foi presidente da FPBio (Frente Parlamentar Mista do Biodiesel), atuando na defesa da previsibilidade regulatória, da qualidade do combustível e do papel estratégico dos biocombustíveis na matriz energética nacional. É presidente da Aprobio (Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil) e da Acebra (Associação das Empresas Cerealistas do Brasil).</p>
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