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	<title>Lei do Combustível do Futuro Archives - Jerônimo Goergen</title>
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	<title>Lei do Combustível do Futuro Archives - Jerônimo Goergen</title>
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		<title>O Brasil precisa parar de reagir e começar a planejar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 13:57:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Por Jerônimo Goergen, presidente da APROBIO</strong></p>
<p>O Brasil tem uma capacidade extraordinária de produzir. Temos terra, tecnologia, produtores preparados, uma indústria instalada e condições para transformar nossa produção agrícola em </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Jerônimo Goergen, presidente da APROBIO</strong></p>
<p>O Brasil tem uma capacidade extraordinária de produzir. Temos terra, tecnologia, produtores preparados, uma indústria instalada e condições para transformar nossa produção agrícola em alimento, energia, renda e desenvolvimento. Mesmo assim, continuamos perdendo oportunidades por um problema que não é novo: a falta de planejamento.</p>
<p>Durante muito tempo, nos acostumamos a enxergar o Brasil essencialmente como um produtor de commodities. Plantava-se sem necessariamente existir um planejamento sobre o resultado daquela produção, sua industrialização ou a criação de novos mercados.</p>
<p>Estamos começando a sair desse cenário, mas precisamos acelerar.</p>
<p>A canola é um bom exemplo do tamanho da oportunidade que temos diante de nós. É uma cultura que nos permite produzir alimento e energia. O mesmo acontece com a soja e com o trigo.</p>
<p>Esse ponto é importante porque ainda existe uma tendência de analisar o crescimento de uma cultura como se necessariamente significasse retirar espaço de outra. Não é assim que precisamos pensar.</p>
<p>A canola não precisa ocupar o espaço do trigo, por exemplo. Ela pode complementar essa produção. Com planejamento conjunto das culturas de inverno, podemos criar alternativas capazes de compensar perdas nesse período e até mesmo perdas nas culturas de verão. Mas produzir mais, sozinho, não resolve.</p>
<p>Se queremos renda efetiva no campo, precisamos saber quem vai comprar, quem vai processar e para onde essa produção vai. É por isso que previsibilidade é uma palavra tão importante para o agronegócio brasileiro.</p>
<p>Precisamos consolidar a produção da matéria-prima ao mesmo tempo em que construímos sua conexão com cerealistas, indústrias e produtores de biocombustíveis. Uma cadeia não pode começar a ser organizada somente depois que a produção já está no campo.</p>
<p>E é justamente nesse ponto que o biodiesel assume uma importância ainda maior.</p>
<p>Cada ponto percentual adicional de biodiesel na mistura obrigatória ao diesel representa demanda por cerca de 3,2 milhões de toneladas de soja, aproximadamente 53 milhões de sacas. Isso significa mercado para o produtor. E significa também a possibilidade de ampliar o espaço de outras matérias-primas.</p>
<p>Hoje temos capacidade ociosa na indústria brasileira de biodiesel. Existe capacidade para colocar mais 7% ou 8% de biodiesel na mistura com o diesel fóssil – hoje a mistura obrigatória está em 15%. Essa estrutura poderia, por exemplo, estar esmagando mais canola ou soja.</p>
<p>Temos produção agrícola, indústria, matérias-primas e tecnologia. Precisamos transformar essas vantagens em planejamento.</p>
<p>A Lei do Combustível do Futuro é parte importante dessa construção. Tenho a satisfação de estar na origem da sua criação quando atuei no Congresso. Mas uma lei precisa ser cumprida para produzir os resultados para os quais foi concebida.</p>
<p>Se não tivermos o cumprimento da lei, como os projetos que estão sendo desenvolvidos conseguirão se consolidar? O Brasil frequentemente perde oportunidades porque não se planeja, mas reage. E uma economia que atua assim dificilmente consegue aproveitar integralmente suas vantagens competitivas.</p>
<p>Também precisamos tratar com responsabilidade o debate sobre a qualidade do biodiesel. Temos desafios ao longo da cadeia, envolvendo questões como estocagem, transporte e manuseio. É nesses pontos que precisamos trabalhar.</p>
<p>Da mesma forma, o avanço da mistura precisa acontecer com segurança e conhecimento técnico. O Brasil está realizando o maior programa de testes de biodiesel do mundo para que, até fevereiro de 2027, tenhamos uma mistura de 25% de biodiesel (B25) totalmente checado. Isso mostra que é possível avançar com responsabilidade.</p>
<p>A partir do próximo ano, o combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês) passa a ser mandatório. Precisamos nos preparar para essa nova demanda e nosso agronegócio tem condições muito importantes para ocupar um espaço de protagonismo.</p>
<p>Quando conectamos canola, biodiesel, SAF, capacidade industrial e produção agrícola, começamos a enxergar algo maior do que culturas ou combustíveis isoladamente. Estamos falando sobre uma cadeia de desenvolvimento.</p>
<p>Precisamos planejar a produção, conectar os participantes da cadeia, garantir mercado e transformar nossa capacidade agrícola em mais renda, industrialização e energia renovável.</p>
<p>O Brasil já possui grande parte das condições necessárias para fazer isso. O que não podemos mais é continuar perdendo oportunidades porque preferimos reagir quando já poderíamos estar planejando.</p>
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		<title>“O Brasil não pode continuar perdendo oportunidades por falta de planejamento”, afirma Jerônimo Goergen na Expointer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 23:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esteio (RS), 31 de agosto de 2026 – O Brasil precisa planejar melhor como transformar sua produção agrícola em renda, industrialização e energia renovável, evitando perder oportunidades por falta de </p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br/noticias/goergen-expointer-canola-biodiesel/">“O Brasil não pode continuar perdendo oportunidades por falta de planejamento”, afirma Jerônimo Goergen na Expointer</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br">Jerônimo Goergen</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Esteio (RS), 31 de agosto de 2026 – O Brasil precisa planejar melhor como transformar sua produção agrícola em renda, industrialização e energia renovável, evitando perder oportunidades por falta de previsibilidade e organização da cadeia. A avaliação é de Jerônimo Goergen, presidente da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) durante o painel “Campo em Debate – Canola aquece safra de inverno”, realizado nesta segunda-feira (31), na Expointer, em Esteio (RS).</p>
<p>Ao analisar o crescimento da canola e sua conexão com os biocombustíveis, Goergen defendeu que o país avance de um modelo concentrado na comercialização de commodities para uma cadeia que gere mais valor dentro do Brasil. “Antes tínhamos o Brasil como um produtor de commodities. Você plantava e não se tinha planejamento para o resultado que aquilo teria. Hoje, estamos saindo de um cenário ruim como esse”, afirmou.</p>
<p>Para ele, a canola representa uma oportunidade importante justamente por combinar produção de alimentos, geração de energia e diversificação da renda agrícola. “A canola é um dos produtos no Brasil que nos possibilitam alimento e energia, e não alimento ou energia”, destacou.</p>
<p>Goergen ressaltou ainda que a expansão da cultura não deve ser vista como uma concorrência com o trigo, mas como uma possibilidade de complementar a produção durante o inverno. “A canola não vem para ocupar o espaço do trigo, mas para complementar. Se planejarmos a cultura de canola juntamente com outras culturas de inverno, elas podem compensar perdas nessa época e até perdas nas culturas de verão”, explicou.</p>
<p>Para que esse crescimento se traduza em retorno financeiro, porém, o presidente da APROBIO considera fundamental conectar desde o início produção, comercialização e indústria. “A previsibilidade é fundamental para o agronegócio. É importante consolidar a produção da matéria-prima, mas também já conectar isso às empresas cerealistas ou produtoras de biocombustível. Não vejo outro cenário para termos renda efetiva no campo”, afirmou.</p>
<p><strong>Biodiesel pode ampliar demanda e agregar valor</strong></p>
<p>Durante o encontro, Goergen também relacionou o avanço dos biocombustíveis à criação de novas oportunidades para o campo. Segundo ele, cada ponto percentual adicional de biodiesel representa demanda por 1,4 milhão de toneladas de soja, aproximadamente 24 milhões de sacas.</p>
<p>Esse aumento de demanda, segundo Goergen, também ajuda a abrir espaço para outras matérias-primas, como a própria canola. Atualmente, afirmou, a indústria de biodiesel possui capacidade ociosa que poderia ser utilizada para ampliar a produção. “Temos uma ociosidade na nossa indústria de biodiesel, com capacidade de colocar 7% ou 8% a mais no diesel fóssil, que poderia estar esmagando mais canola, por exemplo”, disse.</p>
<p>A discussão ocorre justamente na semana em que a Lei do Combustível do Futuro completa dois anos. “Eu tenho a satisfação de estar na origem da criação da Lei do Combustível do Futuro. Porém, se nós não tivermos o cumprimento da lei, como faremos para que os projetos que estamos desenvolvendo se consolidem?”, questionou. Para ele, a falta de planejamento acaba impedindo o Brasil de aproveitar melhor suas vantagens agrícolas e energéticas. “O Brasil acaba sendo um lugar que perde oportunidades, pois não se planeja, apenas reage”, afirmou.</p>
<p><strong>Qualidade depende de toda a cadeia</strong></p>
<p>Outro ponto abordado por Goergen foi a qualidade do biodiesel. Segundo ele, o debate não deve ficar restrito ao combustível produzido na indústria, mas considerar também etapas como armazenagem, transporte e manuseio. “Nós não temos um problema de qualidade no biodiesel, mas temos um problema de cadeia, como estocagem, transporte e manuseio. Por isso, estamos trabalhando forte nesses pontos”, explicou.</p>
<p>Goergen destacou ainda a importância dos testes para dar segurança ao avanço da mistura do biodiesel. Ele contou que o país está fazendo o maior programa de testes de biodiesel do mundo para que até fevereiro de 2027, tenha-se o B25 totalmente checado.</p>
<p><strong>Canola, SAF e uma nova oportunidade para o Rio Grande do Sul</strong></p>
<p>O presidente da APROBIO também apontou o combustível sustentável de aviação, o SAF na sigla em inglês, como uma nova frente de demanda para matérias-primas renováveis. “A partir do ano que vem, o SAF é mandatório. Nós temos que nos preparar para isso, e eu não vejo lugar melhor do que o Rio Grande do Sul para ocupar esse espaço”, disse.</p>
<p>Para Goergen, a consolidação dessas oportunidades depende justamente da integração entre todos os participantes da cadeia. “Nós juntos, criando uma cadeia completa desde o produtor, é o que vai levar adiante o agronegócio brasileiro”, concluiu.</p>
<p>O “Campo em Debate – Canola aquece safra de inverno” reuniu também Adriano Borghetti, presidente da FecoAgro-RS; Luiz Gustavo Floss, diretor de Relações Institucionais da Abrascanola; e Vantuir Scarantti, presidente da Abrascanola. O encontro contou ainda com depoimentos de Emilio Figer, diretor da Celena Alimentos; Luiz Augusto Dumoncel, vice-presidente de Operações da 3tentos; e Philipp Herbst Minarelli, gerente de Canola e Carinata para o Brasil e Paraguai da Nufarm.</p>
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		<title>Uso voluntário do biodiesel comprova que estamos no caminho certo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:39:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) de simplificar as regras para o uso voluntário de biodiesel em percentuais superiores à mistura obrigatória já começa </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão da <a href="https://www.gov.br/anp/pt-br/assuntos/qualidade-de-produtos/regras-para-usos-voluntarios-de-biodiesel" target="_blank" rel="noopener">Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)</a> de simplificar as regras para o uso voluntário de biodiesel em percentuais superiores à mistura obrigatória já começa a produzir resultados concretos. Em poucos dias, cresce o número de empresas que comunicaram à Agência a adoção de misturas maiores.</p>
<p>Esse movimento confirma algo que o setor vem afirmando há muito tempo: havia uma demanda reprimida. Muitos consumidores queriam utilizar mais biodiesel, mas encontravam barreiras regulatórias. Bastou criar um ambiente de maior liberdade e segurança para que o mercado respondesse.</p>
<p>Esse é um sinal claro de que estamos no caminho certo.</p>
<p>O biodiesel brasileiro conquistou credibilidade pela sua qualidade. Tanto que o país desenvolve atualmente o maior programa de testes de biodiesel do mundo, avaliando misturas como o B25 de forma criteriosa, com base em evidências técnicas e científicas. Nosso compromisso é ampliar o uso do biodiesel com responsabilidade, segurança e qualidade.</p>
<p>Os benefícios vão muito além do setor de biocombustíveis. Cada litro adicional de biodiesel significa um litro a menos de diesel fóssil consumido. Isso reduz a necessidade de importações, diminui a saída de divisas do país e fortalece nossa segurança energética. Em vez de movimentar a economia de outros países, investimos em uma cadeia produtiva brasileira, que gera empregos, renda, arrecadação e desenvolvimento regional.</p>
<p>O biodiesel também fortalece o agronegócio, estimula a indústria nacional, promove inclusão social por meio da agricultura familiar e contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa. É uma solução que une desenvolvimento econômico, responsabilidade ambiental e transição energética.</p>
<p>É natural que existam questionamentos. Mas eles precisam ser respondidos com fatos, ciência e resultados. E os resultados começam a aparecer. A crescente adesão ao uso voluntário demonstra a confiança do mercado no biodiesel e reforça que as políticas adotadas estão produzindo os efeitos esperados.</p>
<p>O Brasil reúne todas as condições para liderar a transição energética mundial. Temos capacidade produtiva, tecnologia, competência industrial e uma das agriculturas mais competitivas do planeta. O biodiesel é um dos pilares dessa estratégia.</p>
<p>Mais do que defender um combustível, defendemos um projeto de país: um Brasil menos dependente de importações, mais competitivo, ambientalmente responsável e capaz de gerar emprego, renda e oportunidades a partir de uma energia produzida aqui, pelos brasileiros.</p>
<p>Os primeiros resultados da nova regulamentação mostram que estamos no rumo certo. Agora, é fundamental que o debate sobre os biocombustíveis seja cada vez mais baseado em evidências e menos em preconceitos. Apoiar o biodiesel é apoiar a inovação, a segurança energética, o meio ambiente, o agronegócio, a indústria nacional e a geração de oportunidades para milhões de brasileiros.</p>
<p><strong>Por Jerônimo Goergen</strong><br />Presidente da APROBIO</p>
<hr>
<p><strong>Leia também:</strong> <a href="https://jeronimogoergen.com.br/noticias/agricultura/anp-regulamentacao-uso-voluntario-biodiesel/">ANP avança na regulamentação do uso voluntário de biodiesel e reforça segurança para expansão do mercado</a>.</p>
<p><em>Artigo publicado originalmente pelo Jornal A Plateia em 21 de julho de 2026.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Presidente Lula acompanha testes para abrir caminho para ampliação da mistura de biodiesel no Brasil</title>
		<link>https://jeronimogoergen.com.br/noticias/agricultura/lula-acompanha-testes-ampliacao-biodiesel-imt/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 13:28:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p style="text-align: center"><em>Visita ao Instituto Mauá de Tecnologia, nesta segunda-feira (13/07), marca uma nova etapa dos estudos que vão embasar futuras decisões sobre o aumento da participação do biodiesel </em></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br/noticias/agricultura/lula-acompanha-testes-ampliacao-biodiesel-imt/">Presidente Lula acompanha testes para abrir caminho para ampliação da mistura de biodiesel no Brasil</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br">Jerônimo Goergen</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em>Visita ao Instituto Mauá de Tecnologia, nesta segunda-feira (13/07), marca uma nova etapa dos estudos que vão embasar futuras decisões sobre o aumento da participação do biodiesel na matriz energética brasileira</em></p>
<p><strong>S</strong><strong>ão Caetano do Sul (SP), julho de 2026</strong> – O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, visita nesta segunda-feira (13/07), às 10h, o Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), em São Caetano do Sul (SP), para acompanhar de perto o programa nacional de testes que avalia a viabilidade técnica da ampliação da mistura de biodiesel ao diesel.</p>
<p>A agenda também contará com a presença do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e ocorre em um momento decisivo para a implementação da Lei do Combustível do Futuro. O IMT é o laboratório central responsável pelos ensaios que avaliarão misturas entre B16 e B25, etapa considerada fundamental para embasar futuras decisões regulatórias sobre o aumento do percentual obrigatório de biodiesel no diesel, atualmente fixado em 15%.</p>
<p>Os testes fazem parte do trabalho conduzido pelo Subcomitê de Avaliação da Viabilidade Técnica de Misturas de Altos Teores de Biocombustíveis em Combustíveis Fósseis, criado pelo Ministério de Minas e Energia, em outubro de 2025. O grupo coordena os estudos técnicos que deverão subsidiar a regulamentação e a implementação da Lei do Combustível do Futuro.</p>
<h2>A APROBIO participa do projeto</h2>
<p>No eixo dedicado ao biodiesel, foi elaborado o Plano de Testes de Avaliação da Viabilidade Técnica do B16 ao B25. A Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) participa das discussões como colaboradora do projeto.</p>
<p>Para o Presidente da APROBIO, Jerônimo Goergen, a iniciativa representa um passo fundamental para dar segurança técnica às próximas decisões sobre a evolução da mistura.</p>
<p>&#8220;É muito importante a metodologia do programa de testes, que deve dissipar qualquer dúvida sobre a viabilidade do avanço da mistura até o B25, assim como já podemos considerar existir elementos suficientes de análise para garantir a adoção segura de B16 e B17 o quanto antes&#8221;, afirma.</p>
<h2>Sucesso com misturas superiores</h2>
<p>Segundo Goergen, a experiência acumulada pelo setor já demonstra resultados consistentes com percentuais superiores aos atualmente utilizados.</p>
<p>&#8220;O setor automotivo já registra vários testes de misturas superiores a essa com sucesso comprovado e o setor se mobiliza junto ao governo federal para agilizar o processo de testagem considerando, inclusive, que já existem várias experiências bem-sucedidas de uso do biocombustível em misturas de 20%&#8221;, completa.</p>
<p>A visita presidencial aos laboratórios do Instituto Mauá reforça a importância estratégica dos estudos técnicos para o futuro da política brasileira de biocombustíveis e coloca o avanço da mistura de biodiesel novamente no centro das discussões sobre transição energética, segurança no abastecimento e descarbonização da matriz de transportes.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p><strong>Evento:</strong> Visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Instituto Mauá de Tecnologia<br />
<strong>Data:</strong> Segunda-feira, 13 de julho<br />
<strong>Horário:</strong> 10h<br />
<strong>Local:</strong> Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), São Caetano do Sul (SP)</p>
<p><strong>O presidente da APROBIO, Jerônimo Goergen, estará disponível para entrevistas durante a agenda.</strong></p>
<p><strong>Contato para imprensa</strong> | <strong><u>APROBIO</u></strong></p>
<p>Eduardo Ritschel<br />
<a href="mailto:eduardo.ritschel@analitica.inf.br">eduardo.ritschel@analitica.inf.br</a><br />
Cel.: +55 11 99688-0850</p>
<p>Marcelo Iglesias<br />
<a href="mailto:marcelo.iglesias@analitica.inf.br">marcelo.iglesias@analitica.inf.br</a><u><br />
</u>Cel.: 55 11 98912-6979</p>
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		<title>ANP avança na regulamentação do uso voluntário de biodiesel e reforça segurança para expansão do mercado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 13:23:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align:center"><em>AliançaBiodiesel</em><em> considera decisão um passo importante para garantir previsibilidade regulatória, reduzir burocracia e estimular o consumo de combustíveis renováveis no Brasil</em></p>
<p><strong>São Paulo, julho de 2026 –</strong> A decisão </p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br/noticias/agricultura/anp-regulamentacao-uso-voluntario-biodiesel/">ANP avança na regulamentação do uso voluntário de biodiesel e reforça segurança para expansão do mercado</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br">Jerônimo Goergen</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><em>AliançaBiodiesel</em><em> considera decisão um passo importante para garantir previsibilidade regulatória, reduzir burocracia e estimular o consumo de combustíveis renováveis no Brasil</em></p>
<p><strong>São Paulo, julho de 2026 –</strong> A decisão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) de atualizar a regulamentação sobre o uso voluntário de biodiesel representa um avanço para o fortalecimento do mercado brasileiro de biocombustíveis. A medida adequa as normas da Agência à Lei do Combustível do Futuro, que substituiu a exigência de anuência prévia pela simples comunicação para o uso voluntário de biodiesel em teores superiores ao percentual obrigatório.</p>
<p>Aprovada por unanimidade pela Diretoria Colegiada da ANP, a proposta estabelece um regime de transição que permitirá aos usuários voluntários continuarem adquirindo biodiesel diretamente de produtores, distribuidores e importadores autorizados. A medida evita impactos na comercialização do produto, preserva a competitividade do mercado e cria condições para ampliar o consumo de biodiesel em diferentes segmentos da economia.</p>
<p>Para a AliançaBiodiesel (formada pela APROBIO &#8211; Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil – e pela Abiove – Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), a decisão demonstra sensibilidade da ANP ao construir uma transição regulatória que preserva a segurança jurídica e evita obstáculos ao desenvolvimento do setor.</p>
<p>“O Brasil precisa de regras que estimulem quem quer investir na descarbonização, e foi exatamente isso que a ANP fez. A decisão evita que uma mudança na legislação acabasse criando barreiras ao uso voluntário do biodiesel. Ao garantir um período de transição e preservar a compra direta pelos consumidores habilitados, a Agência oferece previsibilidade ao mercado e cria um ambiente mais favorável para ampliar o uso de um combustível renovável produzido no país. É uma medida técnica, equilibrada e alinhada aos objetivos da Lei do Combustível do Futuro”, afirma Jerônimo Goergen, presidente da APROBIO e membro da AliançaBiodiesel.</p>
<p>A entidade destaca que a simplificação do processo também acompanha a evolução tecnológica dos motores e das aplicações que já utilizam teores mais elevados de biodiesel com segurança e eficiência, além de contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa em setores como mineração, logística, transporte e operações industriais.</p>
<p>A AliançaBiodiesel também considera positiva a decisão da ANP de incluir a revisão da Resolução nº 910/2022 e das normas correlatas na Agenda Regulatória, permitindo que o novo modelo seja consolidado por meio de um processo técnico, transparente e participativo.</p>
<p>Na avaliação da Aliança, a ampliação do uso voluntário do biodiesel fortalece a indústria nacional, gera demanda para toda a cadeia produtiva, incentiva novos investimentos e amplia a contribuição do setor para a transição energética brasileira.</p>
<p>“A descarbonização acontece quando o país cria condições para que soluções sustentáveis sejam adotadas em maior escala. O biodiesel já está pronto para cumprir esse papel. Quanto maior a previsibilidade regulatória, maior será a confiança para investir, produzir e consumir energia renovável no Brasil”, disse André Nassar, Presidente da Abiove e membro da AliançaBiodiesel.</p>
<p><strong>Contato para imprensa</strong> | <strong><u>APROBIO</u></strong></p>
<p>Eduardo Ritschel </p>
<p><a href="mailto:eduardo.ritschel@analitica.inf.br">eduardo.ritschel@analitica.inf.br</a> </p>
<p>Cel.: +55 11 99688-0850 </p>
<p>Marcelo Iglesias</p>
<p><a href="mailto:marcelo.iglesias@analitica.inf.br">marcelo.iglesias@analitica.inf.br</a><br />Cel.: 55 11 99102-0299  </p>
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		<title>A AliançaBiodiesel manifesta preocupação com os termos em discussão para a implementação do PROCONVE MAR-II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 01:49:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do Combustível do Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[etanol]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A AliançaBiodiesel manifesta preocupação com os termos em discussão para a implementação do PROCONVE MAR-II, novo padrão de emissões para máquinas agrícolas e rodoviárias do programa brasileiro, que o Ministério </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A AliançaBiodiesel manifesta preocupação com os termos em discussão para a implementação do PROCONVE MAR-II, novo padrão de emissões para máquinas agrícolas e rodoviárias do programa brasileiro, que o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima conduz junto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.</p>
<p>A proposta concentra-se exclusivamente na redução de poluentes locais, que seguramente, têm impacto bem reduzido onde o maquinário agrícola e de fora-de-estrada atua predominantemente, quando o grande desafio do planeta está na mudança climática. Com isso, ignora o protagonismo do Brasil em biocombustíveis.</p>
<p>Defendemos que o novo marco siga a tendência global de descarbonização que é questão de maior urgência do que a qualidade do ar no campo, objeto da proposta do MAR II. Com isso, reconhece-se o biodiesel e o etanol como alternativas tecnicamente superiores aos combustíveis fósseis no que diz respeito aos desafios do clima, sem os inconvenientes de aumentos de custos e sem contrapartida clara para os produtores e usuários de máquinas fora-de-estrada.</p>
<p>Ao forçar toda a indústria para a adequação de seu parque ciclo diesel, o MAR-II, como está, desvia os investimentos das empresas da descarbonização, para a amenização de problema “inexistente”, que é a qualidade do ar em locais com baixíssima concentração humana, contradizendo a própria Lei do Combustível do Futuro.</p>
<p>Além disso, o MAR-II apresenta fragilidades que comprometem sua efetividade. O Brasil não dispõe de fiscalização pós-venda para máquinas agrícolas. Sem controle no campo, cria-se o risco de uma indústria informal de customização e o esforço regulatório se perde.</p>
<p>O impacto econômico é direto e abrangente. O preço das máquinas sobe entre 15% e 25%, ultrapassando esse patamar nos equipamentos menores usados pela agricultura familiar. O custo operacional cresce entre 9% e 20% pelo uso obrigatório de S10 e ARLA-32. Empresas nacionais sem fabricação própria de motores enfrentarão custos adicionais frente às multinacionais, com risco de concentração de mercado. Esse encarecimento se transfere ao custo dos alimentos, das obras e dos serviços, e a sociedade paga a conta sem contrapartida clara.</p>
<p>O Brasil tem uma solução melhor.</p>
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		<title>Diesel mais barato começa no campo brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 13:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[APROBIO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A recente aposta do governo no aumento da mistura de etanol à gasolina, com o objetivo de reduzir preços ao consumidor, é um reconhecimento importante de uma verdade simples: o </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A recente aposta do governo no aumento da mistura de etanol à gasolina, com o objetivo de reduzir preços ao consumidor, é um reconhecimento importante de uma verdade simples: o Brasil tem, dentro de casa, alternativas reais para diminuir a dependência de combustíveis fósseis e aliviar o bolso da população. Mas essa lógica não pode ser seletiva. Se o etanol ajuda — e ajuda muito —, o biodiesel pode cumprir exatamente o mesmo papel no diesel, que hoje pesa ainda mais na inflação e na logística do país.</p>
<p>Hoje, cada litro de diesel consumido no Brasil já contém 15% de biodiesel. Ou seja, uma parte relevante da solução já está dentro do tanque. O caminho está aberto — o que falta é avançar.</p>
<p>Ao ampliar essa mistura, o Brasil reduz imediatamente a necessidade de importar diesel, diminui a exposição às oscilações internacionais — agravadas por guerras e instabilidades geopoíticas — e fortalece uma cadeia produtiva que gera emprego, renda e valor agregado dentro do país. Diferentemente do combustível fóssil, cujo preço é definido lá fora, o biodiesel é produzido aqui, a partir da nossa agricultura, movimentando uma economia que vai do campo à indústria.</p>
<p>Hoje, o país concede benefícios ao diesel fóssil importado, inclusive com redução de tributos e subsídios, enquanto o biodiesel, que já compõe o mesmo litro vendido ao consumidor, não recebe tratamento equivalente. Essa assimetria prejudica o desenvolvimento do setor e enfraquece uma solução que está pronta.</p>
<p>O Brasil já mostrou, com o etanol, que é possível liderar uma transição energética inteligente, baseada em vantagens competitivas reais. O biodiesel é o passo seguinte dessa trajetória. Temos capacidade instalada, temos matéria-prima, temos tecnologia e temos um setor preparado para crescer.</p>
<p>O que falta é decisão. Tratar o biodiesel com a mesma prioridade estratégica que o etanol significa reduzir custos, gerar empregos, fortalecer o agro e aumentar a segurança energética do país.</p>
<p>Não se trata de escolher entre etanol ou biodiesel. Trata-se de usar os dois, com inteligência, para fazer do Brasil uma potência energética baseada em produção própria e sustentável.</p>
<p><strong>Jerônimo Goergen</strong><br />
Presidente da APROBIO</p>
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		<title>MME confirma início de testagem de biodiesel e abre caminho para consolidação do setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 12:37:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[mistura de biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do Combustível do Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
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		<category><![CDATA[biodiesel]]></category>
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		<category><![CDATA[MME]]></category>
		<category><![CDATA[APROBIO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marlon Arraes, Secretário substituto de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME) indicou o início dos testes de aumento de mistura de biodiesel ao diesel </p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br/noticias/mme-confirma-inicio-de-testagem-de-biodiesel-e-abre-caminho-para-consolidacao-do-setor/">MME confirma início de testagem de biodiesel e abre caminho para consolidação do setor</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br">Jerônimo Goergen</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Marlon Arraes, Secretário substituto de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME) indicou o início dos testes de aumento de mistura de biodiesel ao diesel a partir de maio. Ele fez a afirmação, nesta quinta-feira (23/4), durante evento em São Paulo promovido pela Associação das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e pelo Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP).</p>
<p>“Sem dúvida, o início da testagem é uma boa notícia por que abre caminho para consolidação do setor e permitirá avanço para B16 (16% de biodiesel misturado ao diesel fóssil) ainda em 2026”, disse Jerônimo Goergen, Presidente da APROBIO (Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil). “O setor vai apoiar o processo para que ao longo do trâmite possamos chegar a essa primeira decisão do aumento da mistura ainda este ano”, destacou.</p>
<p>Após essa fase, os estudos também devem avaliar a viabilidade de elevação gradual até 20%, conforme previsto na Lei do Combustível do Futuro.</p>
<p>Para Goergen, o país tem uma grande oportunidade para reduzir a dependência de importação de diesel fóssil e garantir previsibilidade de preços. Segundo ele, “o setor está pronto para aumentar a produção e inclusive já se dispôs a ajudar a financiar os custos da testagem”.</p>
<p>Segundo Arraes, os testes vão verificar o comportamento tanto dos motores, quanto do diesel com teores maiores do biocombustível e vão dar segurança para avançar [na mistura] aqui [no Brasil] e lá fora, por quê não na América do Sul.</p>
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