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	<title>B25 Archives - Jerônimo Goergen</title>
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	<title>B25 Archives - Jerônimo Goergen</title>
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		<title>O Brasil precisa parar de reagir e começar a planejar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 13:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[mistura de biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do Combustível do Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Por Jerônimo Goergen, presidente da APROBIO</strong></p>
<p>O Brasil tem uma capacidade extraordinária de produzir. Temos terra, tecnologia, produtores preparados, uma indústria instalada e condições para transformar nossa produção agrícola em </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Jerônimo Goergen, presidente da APROBIO</strong></p>
<p>O Brasil tem uma capacidade extraordinária de produzir. Temos terra, tecnologia, produtores preparados, uma indústria instalada e condições para transformar nossa produção agrícola em alimento, energia, renda e desenvolvimento. Mesmo assim, continuamos perdendo oportunidades por um problema que não é novo: a falta de planejamento.</p>
<p>Durante muito tempo, nos acostumamos a enxergar o Brasil essencialmente como um produtor de commodities. Plantava-se sem necessariamente existir um planejamento sobre o resultado daquela produção, sua industrialização ou a criação de novos mercados.</p>
<p>Estamos começando a sair desse cenário, mas precisamos acelerar.</p>
<p>A canola é um bom exemplo do tamanho da oportunidade que temos diante de nós. É uma cultura que nos permite produzir alimento e energia. O mesmo acontece com a soja e com o trigo.</p>
<p>Esse ponto é importante porque ainda existe uma tendência de analisar o crescimento de uma cultura como se necessariamente significasse retirar espaço de outra. Não é assim que precisamos pensar.</p>
<p>A canola não precisa ocupar o espaço do trigo, por exemplo. Ela pode complementar essa produção. Com planejamento conjunto das culturas de inverno, podemos criar alternativas capazes de compensar perdas nesse período e até mesmo perdas nas culturas de verão. Mas produzir mais, sozinho, não resolve.</p>
<p>Se queremos renda efetiva no campo, precisamos saber quem vai comprar, quem vai processar e para onde essa produção vai. É por isso que previsibilidade é uma palavra tão importante para o agronegócio brasileiro.</p>
<p>Precisamos consolidar a produção da matéria-prima ao mesmo tempo em que construímos sua conexão com cerealistas, indústrias e produtores de biocombustíveis. Uma cadeia não pode começar a ser organizada somente depois que a produção já está no campo.</p>
<p>E é justamente nesse ponto que o biodiesel assume uma importância ainda maior.</p>
<p>Cada ponto percentual adicional de biodiesel na mistura obrigatória ao diesel representa demanda por cerca de 3,2 milhões de toneladas de soja, aproximadamente 53 milhões de sacas. Isso significa mercado para o produtor. E significa também a possibilidade de ampliar o espaço de outras matérias-primas.</p>
<p>Hoje temos capacidade ociosa na indústria brasileira de biodiesel. Existe capacidade para colocar mais 7% ou 8% de biodiesel na mistura com o diesel fóssil – hoje a mistura obrigatória está em 15%. Essa estrutura poderia, por exemplo, estar esmagando mais canola ou soja.</p>
<p>Temos produção agrícola, indústria, matérias-primas e tecnologia. Precisamos transformar essas vantagens em planejamento.</p>
<p>A Lei do Combustível do Futuro é parte importante dessa construção. Tenho a satisfação de estar na origem da sua criação quando atuei no Congresso. Mas uma lei precisa ser cumprida para produzir os resultados para os quais foi concebida.</p>
<p>Se não tivermos o cumprimento da lei, como os projetos que estão sendo desenvolvidos conseguirão se consolidar? O Brasil frequentemente perde oportunidades porque não se planeja, mas reage. E uma economia que atua assim dificilmente consegue aproveitar integralmente suas vantagens competitivas.</p>
<p>Também precisamos tratar com responsabilidade o debate sobre a qualidade do biodiesel. Temos desafios ao longo da cadeia, envolvendo questões como estocagem, transporte e manuseio. É nesses pontos que precisamos trabalhar.</p>
<p>Da mesma forma, o avanço da mistura precisa acontecer com segurança e conhecimento técnico. O Brasil está realizando o maior programa de testes de biodiesel do mundo para que, até fevereiro de 2027, tenhamos uma mistura de 25% de biodiesel (B25) totalmente checado. Isso mostra que é possível avançar com responsabilidade.</p>
<p>A partir do próximo ano, o combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês) passa a ser mandatório. Precisamos nos preparar para essa nova demanda e nosso agronegócio tem condições muito importantes para ocupar um espaço de protagonismo.</p>
<p>Quando conectamos canola, biodiesel, SAF, capacidade industrial e produção agrícola, começamos a enxergar algo maior do que culturas ou combustíveis isoladamente. Estamos falando sobre uma cadeia de desenvolvimento.</p>
<p>Precisamos planejar a produção, conectar os participantes da cadeia, garantir mercado e transformar nossa capacidade agrícola em mais renda, industrialização e energia renovável.</p>
<p>O Brasil já possui grande parte das condições necessárias para fazer isso. O que não podemos mais é continuar perdendo oportunidades porque preferimos reagir quando já poderíamos estar planejando.</p>
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		<title>“O Brasil não pode continuar perdendo oportunidades por falta de planejamento”, afirma Jerônimo Goergen na Expointer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 23:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esteio (RS), 31 de agosto de 2026 – O Brasil precisa planejar melhor como transformar sua produção agrícola em renda, industrialização e energia renovável, evitando perder oportunidades por falta de </p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br/noticias/goergen-expointer-canola-biodiesel/">“O Brasil não pode continuar perdendo oportunidades por falta de planejamento”, afirma Jerônimo Goergen na Expointer</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://jeronimogoergen.com.br">Jerônimo Goergen</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Esteio (RS), 31 de agosto de 2026 – O Brasil precisa planejar melhor como transformar sua produção agrícola em renda, industrialização e energia renovável, evitando perder oportunidades por falta de previsibilidade e organização da cadeia. A avaliação é de Jerônimo Goergen, presidente da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) durante o painel “Campo em Debate – Canola aquece safra de inverno”, realizado nesta segunda-feira (31), na Expointer, em Esteio (RS).</p>
<p>Ao analisar o crescimento da canola e sua conexão com os biocombustíveis, Goergen defendeu que o país avance de um modelo concentrado na comercialização de commodities para uma cadeia que gere mais valor dentro do Brasil. “Antes tínhamos o Brasil como um produtor de commodities. Você plantava e não se tinha planejamento para o resultado que aquilo teria. Hoje, estamos saindo de um cenário ruim como esse”, afirmou.</p>
<p>Para ele, a canola representa uma oportunidade importante justamente por combinar produção de alimentos, geração de energia e diversificação da renda agrícola. “A canola é um dos produtos no Brasil que nos possibilitam alimento e energia, e não alimento ou energia”, destacou.</p>
<p>Goergen ressaltou ainda que a expansão da cultura não deve ser vista como uma concorrência com o trigo, mas como uma possibilidade de complementar a produção durante o inverno. “A canola não vem para ocupar o espaço do trigo, mas para complementar. Se planejarmos a cultura de canola juntamente com outras culturas de inverno, elas podem compensar perdas nessa época e até perdas nas culturas de verão”, explicou.</p>
<p>Para que esse crescimento se traduza em retorno financeiro, porém, o presidente da APROBIO considera fundamental conectar desde o início produção, comercialização e indústria. “A previsibilidade é fundamental para o agronegócio. É importante consolidar a produção da matéria-prima, mas também já conectar isso às empresas cerealistas ou produtoras de biocombustível. Não vejo outro cenário para termos renda efetiva no campo”, afirmou.</p>
<p><strong>Biodiesel pode ampliar demanda e agregar valor</strong></p>
<p>Durante o encontro, Goergen também relacionou o avanço dos biocombustíveis à criação de novas oportunidades para o campo. Segundo ele, cada ponto percentual adicional de biodiesel representa demanda por 1,4 milhão de toneladas de soja, aproximadamente 24 milhões de sacas.</p>
<p>Esse aumento de demanda, segundo Goergen, também ajuda a abrir espaço para outras matérias-primas, como a própria canola. Atualmente, afirmou, a indústria de biodiesel possui capacidade ociosa que poderia ser utilizada para ampliar a produção. “Temos uma ociosidade na nossa indústria de biodiesel, com capacidade de colocar 7% ou 8% a mais no diesel fóssil, que poderia estar esmagando mais canola, por exemplo”, disse.</p>
<p>A discussão ocorre justamente na semana em que a Lei do Combustível do Futuro completa dois anos. “Eu tenho a satisfação de estar na origem da criação da Lei do Combustível do Futuro. Porém, se nós não tivermos o cumprimento da lei, como faremos para que os projetos que estamos desenvolvendo se consolidem?”, questionou. Para ele, a falta de planejamento acaba impedindo o Brasil de aproveitar melhor suas vantagens agrícolas e energéticas. “O Brasil acaba sendo um lugar que perde oportunidades, pois não se planeja, apenas reage”, afirmou.</p>
<p><strong>Qualidade depende de toda a cadeia</strong></p>
<p>Outro ponto abordado por Goergen foi a qualidade do biodiesel. Segundo ele, o debate não deve ficar restrito ao combustível produzido na indústria, mas considerar também etapas como armazenagem, transporte e manuseio. “Nós não temos um problema de qualidade no biodiesel, mas temos um problema de cadeia, como estocagem, transporte e manuseio. Por isso, estamos trabalhando forte nesses pontos”, explicou.</p>
<p>Goergen destacou ainda a importância dos testes para dar segurança ao avanço da mistura do biodiesel. Ele contou que o país está fazendo o maior programa de testes de biodiesel do mundo para que até fevereiro de 2027, tenha-se o B25 totalmente checado.</p>
<p><strong>Canola, SAF e uma nova oportunidade para o Rio Grande do Sul</strong></p>
<p>O presidente da APROBIO também apontou o combustível sustentável de aviação, o SAF na sigla em inglês, como uma nova frente de demanda para matérias-primas renováveis. “A partir do ano que vem, o SAF é mandatório. Nós temos que nos preparar para isso, e eu não vejo lugar melhor do que o Rio Grande do Sul para ocupar esse espaço”, disse.</p>
<p>Para Goergen, a consolidação dessas oportunidades depende justamente da integração entre todos os participantes da cadeia. “Nós juntos, criando uma cadeia completa desde o produtor, é o que vai levar adiante o agronegócio brasileiro”, concluiu.</p>
<p>O “Campo em Debate – Canola aquece safra de inverno” reuniu também Adriano Borghetti, presidente da FecoAgro-RS; Luiz Gustavo Floss, diretor de Relações Institucionais da Abrascanola; e Vantuir Scarantti, presidente da Abrascanola. O encontro contou ainda com depoimentos de Emilio Figer, diretor da Celena Alimentos; Luiz Augusto Dumoncel, vice-presidente de Operações da 3tentos; e Philipp Herbst Minarelli, gerente de Canola e Carinata para o Brasil e Paraguai da Nufarm.</p>
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		<title>Presidente Lula acompanha testes para abrir caminho para ampliação da mistura de biodiesel no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Assessoria Dep. Jerônimo Goergen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 13:28:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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<p style="text-align: center"><em>Visita ao Instituto Mauá de Tecnologia, nesta segunda-feira (13/07), marca uma nova etapa dos estudos que vão embasar futuras decisões sobre o aumento da participação do biodiesel </em></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em>Visita ao Instituto Mauá de Tecnologia, nesta segunda-feira (13/07), marca uma nova etapa dos estudos que vão embasar futuras decisões sobre o aumento da participação do biodiesel na matriz energética brasileira</em></p>
<p><strong>S</strong><strong>ão Caetano do Sul (SP), julho de 2026</strong> – O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, visita nesta segunda-feira (13/07), às 10h, o Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), em São Caetano do Sul (SP), para acompanhar de perto o programa nacional de testes que avalia a viabilidade técnica da ampliação da mistura de biodiesel ao diesel.</p>
<p>A agenda também contará com a presença do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e ocorre em um momento decisivo para a implementação da Lei do Combustível do Futuro. O IMT é o laboratório central responsável pelos ensaios que avaliarão misturas entre B16 e B25, etapa considerada fundamental para embasar futuras decisões regulatórias sobre o aumento do percentual obrigatório de biodiesel no diesel, atualmente fixado em 15%.</p>
<p>Os testes fazem parte do trabalho conduzido pelo Subcomitê de Avaliação da Viabilidade Técnica de Misturas de Altos Teores de Biocombustíveis em Combustíveis Fósseis, criado pelo Ministério de Minas e Energia, em outubro de 2025. O grupo coordena os estudos técnicos que deverão subsidiar a regulamentação e a implementação da Lei do Combustível do Futuro.</p>
<h2>A APROBIO participa do projeto</h2>
<p>No eixo dedicado ao biodiesel, foi elaborado o Plano de Testes de Avaliação da Viabilidade Técnica do B16 ao B25. A Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) participa das discussões como colaboradora do projeto.</p>
<p>Para o Presidente da APROBIO, Jerônimo Goergen, a iniciativa representa um passo fundamental para dar segurança técnica às próximas decisões sobre a evolução da mistura.</p>
<p>&#8220;É muito importante a metodologia do programa de testes, que deve dissipar qualquer dúvida sobre a viabilidade do avanço da mistura até o B25, assim como já podemos considerar existir elementos suficientes de análise para garantir a adoção segura de B16 e B17 o quanto antes&#8221;, afirma.</p>
<h2>Sucesso com misturas superiores</h2>
<p>Segundo Goergen, a experiência acumulada pelo setor já demonstra resultados consistentes com percentuais superiores aos atualmente utilizados.</p>
<p>&#8220;O setor automotivo já registra vários testes de misturas superiores a essa com sucesso comprovado e o setor se mobiliza junto ao governo federal para agilizar o processo de testagem considerando, inclusive, que já existem várias experiências bem-sucedidas de uso do biocombustível em misturas de 20%&#8221;, completa.</p>
<p>A visita presidencial aos laboratórios do Instituto Mauá reforça a importância estratégica dos estudos técnicos para o futuro da política brasileira de biocombustíveis e coloca o avanço da mistura de biodiesel novamente no centro das discussões sobre transição energética, segurança no abastecimento e descarbonização da matriz de transportes.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p><strong>Evento:</strong> Visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Instituto Mauá de Tecnologia<br />
<strong>Data:</strong> Segunda-feira, 13 de julho<br />
<strong>Horário:</strong> 10h<br />
<strong>Local:</strong> Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), São Caetano do Sul (SP)</p>
<p><strong>O presidente da APROBIO, Jerônimo Goergen, estará disponível para entrevistas durante a agenda.</strong></p>
<p><strong>Contato para imprensa</strong> | <strong><u>APROBIO</u></strong></p>
<p>Eduardo Ritschel<br />
<a href="mailto:eduardo.ritschel@analitica.inf.br">eduardo.ritschel@analitica.inf.br</a><br />
Cel.: +55 11 99688-0850</p>
<p>Marcelo Iglesias<br />
<a href="mailto:marcelo.iglesias@analitica.inf.br">marcelo.iglesias@analitica.inf.br</a><u><br />
</u>Cel.: 55 11 98912-6979</p>
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