Deputado Jerônimo Goergen

29Junho2017

Recursos arrecadados com sanções administrativas contra empresas e pessoas físicas passariam a ter destinação automática para estas áreas

          O deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) protocolou nesta terça-feira (28) o Projeto de Lei 7222/2017, que prevê a destinação automática de multas administrativas oriundas de ações contra a corrupção para as áreas da saúde e educação. A proposta altera a Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção), fazendo com que recursos em dinheiro e de bens confiscados passem a compor o orçamento para estes dois setores. “Acredito que ainda existe uma lacuna nessa importante legislação. Esses valores resgatados pela União não podem cair no Caixa Único, sob pena de novamente se perderem. Quem mais sofre com a corrupção é a população e, portanto, é para a sociedade que esses recursos precisam ser canalizados, com mais investimentos no sistema educacional e serviços em saúde”, argumentou Jerônimo.

Trabalho de convencimento do governo federal junto a mercados internacionais deve minimizar prejuízos e restringir impacto a plantas investigadas

          Os desdobramentos da operação Carne Fraca seguem avançando sobre os mercados consumidores internacionais. Diversos países, como Chile, Coréia do Sul, China e Rússia reagiram às denúncias divulgadas pela Polícia Federal na última semana. Nesta terça-feira (21), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) se reuniu para avaliar as repercussões e o trabalho deflagrado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para isolar e restringir o problema às plantas industriais investigadas. Para o coordenador da Comissão de Direito de Propriedade da FPA, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), houve uma série de equívocos no processo de comunicação da operação, que levou pânico à população brasileira. “O que aconteceu é pontual, a gente lamenta, tem que punir, mas não traz nenhum problema ao comércio exterior e ao consumo interno da proteína animal”, destacou o parlamentar.

Proposta em análise pelo governo pode acabar inviabilizando crédito para indústria

         O presidente da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMaq), deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), demonstrou preocupação nesta quinta-feira (16), com a disposição da equipe econômica do governo federal em promover alterações na Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). Na avaliação de Jerônimo, qualquer movimento político neste sentido pode acabar produzindo mais prejuízos para a indústria nacional. “O setor está buscando se recuperar de um longo período de queda nas vendas e na atividade industrial. Encarecer o financiamento pode acabar inviabilizando o crédito e, consequentemente, a retomada dos investimentos, da produção e do emprego”, argumentou o parlamentar.

        O presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, declarou que o debate sobre a mudança de metodologia de cálculo da TJLP não poderia vir em pior hora. “O Brasil só volta a crescer através do investimento. E não será com aumento de custo que isso vai acontecer. Esse é um tema totalmente fora de hora”, criticou o dirigente. Velloso ressalta que, atualmente, o custo total de financiamento na compra de um bem de capital com recursos do BNDES (atreladas à TJLP) gira em torno de 15% ao ano, o que não se configura como taxa subsidiada.  “A TJLP é a terceira maior taxa de juros do mundo. A maior de todas é a Selic”, acrescentou.

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